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terça-feira, 29 de maio de 2018

Nova Ordem Social - Juntos somos mais fortes!

Saudações nacionalistas,
Cada vez mais, de dia para dia, semana após semana, o "grupo" de, apoiantes, simpatizantes, militantes e activistas NOS aumenta .
 De 2017 até ao presente dia, já somos o maior movimento nacionalista, e com o maior número de membros em Portugal .
Semanalmente recebemos apoio e novos membros vindos de outras organizações  e que encontram em NOS a motivação e ideais comuns para um Portugal melhor !
Visita e faz like e acompanha-nos na nossa página em FB ( somos já 6000) mas queremos ser muitos mais !
Junta-te a NOS e vem começar a fazer parte do futuro.
Nacional ! Social !! Em Portugal !💪🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹🇵🇹
https://www.facebook.com/NOSnovaordemsocial/

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Nova Ordem Social - As nossas ideias em 6 pontos!

1- Europa
No mundo actual das grande potências emergentes apenas grandes entidades geopolíticas podem ser jogadoras à escala global.
Por esta razão e também porque consideramos a Europa, como civilização e como povo, um valor intrínseco e superior, o NOS preconiza a união política do continente Europeu de forma a que este se torne uma força geopolítica, militar, tecnológica, e económica coerente.
Esta união deverá ser realizada sob a forma de que  cada etno-região, ou pátria carnal, terá o seu Estado e um total grau de autonomia, preservando a sua identidade.
Este bloco geopolítico deverá defender os interesses dos Europeus de todo o mundo, e estabelecer laços o mais fortes possíveis com os povos Europeus da diáspora, como os Afrikaner da África do Sul, os Gaúchos do Sul do Brasil, os Quebequenses do Canadá, ou os Euro-Australianos.

2 - Identidade

O multiculturalismo é uma força homogeneizante e destrutiva da rica diversidade humana que dá beleza ao mundo e que permite ao Homem viver saudavelmente ligado, integrado e enraizado numa comunidade natural.
O sentimento de pertença é algo essencial para a existência de uma sociedade unida e saudável, e está na base da dignidade humana. Sem uma comunidade, um povo, uma identidade, o Homem torna-se um ser egoísta, individualista e degenerado, afastando-se da sua natureza humana.
Por estas razões e pelo apego que temos à nossa identidade etno-cultural, que amamos e valorizamos como algo cuja existência é inegociável, o NOS defende o fim do multiculturalismo.
Como medida para preservar a nossa identidade e por fim à ideia falhada do multiculturalismo, causadora de conflitos, problemas sociais, económicos e identitários, defendemos o estabelecimento do Jus Sanguinis Europeu de pai e mãe (uma simplificação da antiga lei de Péricles), como critério essencial para a aquisição da nacionalidade Portuguesa (e Europeia). Uma data de referência será estabelecida posteriormente na definição desta lei.
O NOS defende também o fim de toda a imigração não-Europeia para Portugal e para a Europa, e facilitará a inversão dos fluxos migratórios de imigrantes não-Europeus.

3 - Social

O Capitalismo é um aspecto do Liberalismo, que faz o Homem perder os seus valores transcendentes e reduzir todo o seu interesse ao dinheiro e aos bens e prazeres materiais que este pode comprar. É graças ao Liberalismo que vivemos numa sociedade materialista, degradada, degenerada e decadente, onde tudo é relativizado e onde valores imemoriais como a Coragem, a Honra ou a Nação são vistos por muitos como taras ridículas…
Como alternativa a esta visão do mundo e sistema degenerados, o NOS defende o Social Nacional. Isto é, não um socialismo centrado no objectivo de distribuir uniformemente os bens materiais ou o dinheiro, mas baseado na ideia do serviço do indivíduo ao bem superior da comunidade nacional, numa sociedade orgânica, hierárquica e saudavelmente competitiva.
Nesta sociedade social, o bem de qualquer indivíduo nunca será colocado acima do bem colectivo, a economia estará ao serviço das pessoas e não o inverso, e não haverão oligarcas ou entidades internas adversas à Nação ou capazes de influenciar a política em função dos seus interesses egoístas.
Defendemos que os recursos naturais e as redes de infra-estruturas devem estar na posse do Estado, e que as diversas actividades económicas devem ser devidamente reguladas ou concessionadas.


4 - Educação

De há décadas a esta parte o ensino tem servido como reprodutor da ideologia dominante, dirão os teóricos marxistas. Curiosamente tal é verdade. Simplesmente o sistema escolar não tem reproduzido uma ideologia burguesa ou como se lhe queira chamar, mas essencialmente marxista. Ou seja, aqueles que historicamente têm denunciado a função são os que dela se servem.
O ensino é hoje um veículo propagador da visão de mundo perfilhada pela esquerda, nas suas diferentes dimensões. Da nefasta ideologia de género ao não menos sinistro multiculturalismo, o ensino serve os desígnios da esquerda no seu empenho destruidor. As crianças e jovens servem de matéria-prima para o projecto de construção do homem novo.
A situação é particularmente grave nas chamadas humanidades, onde disciplinas como a História, a Filosofia, a Sociologia, a Psicologia funcionam como veículos transmissores de uma visão de mundo – no caso a marxista. Não se ensinam factos, mas sim a interpretação marxista dos mesmos. Faz-se doutrinação. O mesmo sucede nas línguas e literaturas. Se as ditas ciências exactas parecem mais imunes a tal situação, não podemos esquecer que mesmo estas não estiveram imunes ao contágio na URSS e países satélites. O marxismo, onde toca, contamina.
Face a tal situação exige-se um ensino isento, imparcial, no qual se ensinem as coisas como elas são, no qual se transmitam conhecimentos e valores concretos e não deturpações. Onde os alunos sejam encarados de forma séria e não como futuros elementos integrantes do contingente de “guerreiros da justiça social”. Porque essa é também a única maneira de os tratar de forma respeitosa e não utilitária.

5 - Família

A família tem sido o alvo central do ataque marxista às instituições ocidentais. Enquanto base civilizadora, enquanto elemento primário e fundamental da socialização, é nela que se joga muito do que será o futuro.
O ataque à família não é inocente. Faz parte do programa marxista desde a fundação. Engels encarava a mulher como a proletária do casal, levando assim á criação de uma fractura artificial onde ela não existia. Posteriormente, novos proletários foram sendo criados, pois essa é uma das verdades centrais do marxismo – a criação de conceitos passíveis de gerarem conflitualidade na medida em que é esta a geradora de oportunidades para a tomada de poder. Funcionando como elemento enfraquecedor do tecido social, abre caminho à dissolução do mesmo e sua substituição pelo novo mundo da utopia marxista.
Os ataques à família entroncam nesta realidade. A substituição desta por realidades artificiais, a subversão de instituições milenares e transversais a todas as sociedades, como o casamento ou a protecção das crianças, fazem parte do plano de destruição da civilização. O lançamento da confusão entre os jovens a propósito da sua condição sexual (hoje substituída pela “identidade de género”) insere-se ainda nesta estratégia. A construção de novas classes de proletários, como é o caso do movimento lgbt, é necessária à causa. Uma vez conseguido o intento a mesma pode ser dispensada. Fez o seu papel de “idiota útil” durante o tempo necessário e será tragada pelo comboio da história quando deixar de ser relevante.
Perante isto, afirmamos a necessidade da defesa da família bem como das instituições milenares que construíram e sustentam as sociedades europeias e ocidentais. Vítimas da ofensiva marxista cabe-nos defendê-las e proclamar a sua importância decisiva. Cabe-nos defendê-las enquanto insubstituíveis.

6 - Trabalho

Na actualidade, o liberal-capitalismo financeiro desenvolve um feroz ataque, de uma forma estruturada e metódica, contra o mundo do trabalho. O liberal-capitalismo procura por todos os meios manter-se como sistema hegemónico no mundo ocidental, orquestrando o condicionamento, de uma forma sistemática, a opinião pública, alicerçada numa classe politica e pelos media que são pertença dos grandes grupos económicos. Procuram criar um clima em que o nosso povo aceite - sem ousar contestar - a tomada de posições que nada mais são do que formas predatórias de actuação, apropriando-se da riqueza produzida, do nosso património material e imaterial, da nossa força laboral.
Face à ofensiva declarada do capital ao trabalho defendemos:
1) Pugnar pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.
2) Fomentar a participação dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito.
3) Estabelecimento de um salário social para os desempregados de longa duração - salário mínimo que permita viver com um mínimo de dignidade e cobrir as necessidades básicas.
4) Redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano.
5) Redução de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Nova Ordem Social – Equipe de AirSoft

Nova Ordem Social – Equipe de AirSoft
Caros Camaradas e Amigos,
Com o propósito de formar, um espírito de Camaradagem, e Amizade entre todos NOS,
dirimimos sobre a constituição de uma equipe de AirSoft.
Os nacionalistas interessados devem contactar-nos através de mensagem privada para as páginas da Nova Ordem Social no facebook, ou blogs da NOS.
O nosso Chefe de Equipa é o Herói que passamos a apresentar:
Joaquim Miguel Almeida Costa, Despachante Oficial, com a Cédula Profissional 612, emitida
pela Ordem dos Despachantes Oficiais.
1º Sargento Cav/OE, NIM 07315289
Unidades
Escola Prática de Cavalaria ( Curso de Policia do Exército ), Soldado Instruendo.
Campo Militar de Santa Margarida ( Pelotão de Polícia do Exército ), Chefe de Secção PE
Zona Militar da Madeira ( Esquadrão Lanceiros do Funchal ), Chefe de Secção PE.
Zona Militar de Lisboa ( Regimento de Lanceiros 2 ), Chefe de Secção de Equitação.
Centro de Instrução de Operações Especiais ( COE, Curso Sniper ), FOE.
Zona Militar de Lisboa ( Escola do Serviço de Saúde Militar ), Chefe de Secção de Segurança.
Campo Militar de Santa Margarida ( RC4 ), EREC.
Campo Militar de Santa Margarida ( Pelotão de Polícia do Exército ), 2º Comandante
Cursos
Policia do Exército
Carro de combate ( M60 )
M901 “ITV”
NBQ
COE
COE ( Sniper )
Louvores
1 Louvor colectivo
5 Louvores individuais
1 Referência Elogiosa
Condecorações
2 Medalhas de Valor Militar ( 1 de Ouro, 1 de Prata ). Por actos heróicos de extraordinária
abnegação e valentia e capacidade de decisão, em campanha.
1 Medalha de Mérito Militar ( 4ª Classe ). Por revelar excepcionais qualidades e virtudes
militares, pelas quais deve ser especialmente apontados ao respeito e à consideração pública.
1 Medalha de Comportamento Exemplar ( Cobre ). Distinguido por servir ao longo da minha
carreira com exemplar conduta moral e disciplinar e comprovado espírito de lealdade. Seis
anos de serviço militar efectivo, no qual, nunca sofri qualquer punição criminal ou disciplinar.
Sobre o Airsoft:
Vamos esclarecer sobre todos os requisitos, para a prática desta modalidade:
O airsoft é uma modalidade desportiva, de âmbito competitivo ou meramente recreativo,
dividida em disciplinas desportivas cujos praticantes são munidos de Armas de Airsoft, que
disparam pequenas esferas plásticas através de ar ou um outro gás comprimido.
Primeiramente, temos de proceder à inscrição na ALA ( Associação Lusitana de AirSoft )( Lei
12/2011), pagando uma quota anual de € 22,00. Apôs o pagamento, recebemos o cartão de
praticante associado, ficando devidamente autorizados para a prática da modalidade, como
também para a detenção e uso de reproduções de armas de fogo para fins unicamente
recreativos e desportivos.
O Airsoft pode ser praticado por todas as pessoas com 16 (dezasseis) anos completados, no
entanto, como estes jovens são ainda menores de idade, ou seja, não atingiram a sua
maioridade e portanto, não têm 18 (dezoito) anos completados, carecem de uma declaração
dos seus Encarregados de Educação ou Tutores ( Declaração parental no sitío da ALA ).
Esta modalidade, está legislada pela Lei nº 5/2007, de 16 de Janeiro – Lei de Bases da
Actividade Física e do Desporto. Em termos legais, é obrigatório um seguro para a prática da
modalidade, que cubra todos os agentes desportivos, que cubra as instalações desportivas e
que cubra as manifestações desportivas. A ALA, possue uma apólice de seguro, declaração
válida por um período de um ano para todos os eventos de airsoft, em que os associados
participem. Todos os associados estão segurados, pela companhia Fidelidade, para o ano de
2016-2017, desde que possuem o cartão da Associação Lusitana de Airsoft válido. Esta
declaração é válida para quem apresente em jogos o seu cartão de associado.
Locais onde se pode praticar a modalidade:
Existem 2 hipóteses, de praticar a modalidade; Em Manifestações desportivas, devidamente
organizadas Clubes, etc, ou então, sempre podemos organizar, os nossos próprios “jogos”.
Para tal, precisamos de autorização de empréstimo de terreno ou imóvel ( Comodatário ), e a
prática deve ser desenvolvida da seguinte forma:
- Apenas deverão ser utlizados produtos bio degradáveis.
- O Comodatário poderá usufruir de frutos existentes no imóvel, se for autorizado pelo
Comodante ( Proprietário ).
- A actividade, deve ser realizada durante o dia, mas pode ser objecto de autorização do
proprietário do terreno, ou imóvel.
- Compete ao Comodatário, zelar pela limpeza e manutenção do terreno, ou imóvel.
- Devemos também, informar as autoridades competentes, sempre que possível ( PSP e GNR )
Chamo também a vossa atenção para alguns aspetos importantes:
Art.º 6.º – Equipamento obrigatório
1. Para a prática meramente recreativa de airsoft, o praticante deve estar munido de óculos de
protecção que obedeçam às normas técnicas da federação em vigor.
2. Para a prática do airsoft em prova de competição desportiva, o jogador deve estar munido de
uma arma de softair e de óculos de protecção que obedeçam às normas técnicas da federação
em vigor.
Art.º 7.º – Equipamento proibido
1. É totalmente vedada a detenção de facas, espadas, cutelos ou qualquer outro objecto
perfurante ou cortante durante a prática de airsoft, excepto canivetes que permitam colocar a
parte perfurante ou cortante no seu interior, durante o seu não-uso.
2. É igualmente vedada a detenção de material pirotécnico, explosivo ou altamente inflamável
em matas, pinhais, bosques, bem como outros locais de vegetação, susceptíveis de provocar
incêndio.
Art.º 9.º - Locais para a prática de airsoft
1. A prática de airsoft somente pode ter lugar em propriedades longe de pessoas, habitações e
viaturas.
2. Se o jogo for conduzido fora de instalações desportivas da modalidade, o/s organizadores
devem contar com o consentimento prévio dos proprietários, usufrutuários, arrendatários ou
qualquer pessoa ou entidade que exerça poderes de administração para a utilização de dito
terreno.
3. Sempre que possível, a realização do evento deverá ser previamente comunicada, por
qualquer meio, às autoridades policiais (PSP ou GNR), pelos organizadores.
Art.º 10.º - Documentação obrigatória para a prática de airsoft
1. O praticante de airsoft, durante a prática de airsoft deve estar munido da seguinte
documentação, decorrente do enquadramento legal:
a) Documento de identificação (bilhete de identidade, carta de condução ou passaporte);
b) Cartão de filiação na FPA ou certificado temporário;
c) Declaração de venda ou factura de compra da arma ou armas que utilize durante a prática
de airsoft.
2. O/s organizadores devem possuir autorização para a utilização do terreno.
Podem consultar no sítio da ALA, as regras gerais da prática do AirSoft.
Uma ultima chamada de atenção, deveras importante. O transporte das armas até ao
local de destino da prática da modalidade, deve ser feito longe dos olhares do público
em geral, devendo as armas serem transportadas, de preferência em sacos apropriados
para o efeito, caso seja possível.