domingo, 31 de maio de 2020

Racismo Vs Racialismo - Mario Machado

INTRODUÇÃO:                                              
            Ao contrário do racismo, e da sua cultura de ódio, que afirma a superioridade racial e o direito de dominar ou eliminar as raças mais fracas, o Racialismo promove uma cultura de amor à sua Raça, do direito à sua autodeterminação e preservação, aprofundar o estudo das diferenças genéticas e raciais, conciliadas com disciplinas como a Antropologia, História,  Genética, Geografia, linguística, entre outras.
            Este modesto estudo e compilação de obras diversas pretende trazer, da forma mais sucinta possível, para o movimento nacionalista, noções básicas sobre o nosso nacionalismo, arianismo, e todas as questões que tão frequentemente os nossos adversários nos colocam, com o único objectivo de nos confundir ou ridicularizar.

PARTE I: OS ARIANOS

            Na antiguidade distinguia-se no Ocidente da Europa 3 grupos humanos: os Celtas, Lígures e os Iberos, que mais tarde viriam a ser classificados como nórdicos, alpinos e mediterrânicos.
            Os romanos definiram os Povos do Centro da Europa como Germanos, Eslavos, Trácios, Dácios, Letões, etc.
            No Sec. XVIII constata-se que Sânscrito, Língua “Indiana”, tinha também palavras parecidas com as dos Povos Europeus, e com o Persa Antigo e o Hitita e todas estas línguas passaram a chamar-se Línguas Indo-Europeias, ou Línguas Arianas.
            A título de exemplo, fica a palavra- vaca, que seria formada com vogais acrescentadas ao V, e ao C, sendo idêntica  no sânscrito, Persa, Grego, Celta, Eslavo e Germano, o que para os Filólogos comprova que a vaca foi domesticada antes da separação desta família de Povos.
            Ora esta demonstração da semelhança dos Grupos Linguísticos, consubstancia-se por uma origem étnica e cultural comuns e todos os Povos  a língua Indo-Europeia, e surge pela primeira vez a “Teoria dos Arianos”.
            Já nos Vedas, os povos primitivos de indo-europeus eram chamados de Ários, que seriam também os invasores e hoje constituem as castas superiores na Índia.
            A prova do desenvolvimento evolutivo de uma cultura e o seu parentesco étnico afirma-se pelos seus elementos comuns – Por exemplo, o Germano e o Eslavo tem 50 elementos comuns; o Germano e o Letão 34: o Sânscrito e o Persa 90 com as línguas nórdicas; e 123 entre as Italiotas e o Grego.
            Se lermos os Eddas, os contos escandinavos, Estrabão e as suas normativas,  os Nibelungos, Beowulf, Chuchulainn, Ilíada e Odisseia de  Homero, os 12 Pares de Carlos Magno, a Tavola Redonda de Rei Artur, lemos idealizações poéticas realizadas em tempos históricos e que se baseiam num passado Mitológico comum.
            As Runas, que são o alfabeto nórdico, pode ser encontrado com as suas variantes formas de caracteres de sinais rectilíneas, por toda a Europa e são abundantes nas pedras funerárias dos antigos povos da Lusitânia.
            As povoações artísticas em bronze e ouro são em tudo idênticas nos povos arianos, sendo decoradas com linhas regulares, geométricas, espirais, círculos concêntricos e entrelaçados e usam figuras animais e vegetais, homens ou monstros e aparece por todo o lado a suástica, como símbolo comum a todos os Povos Arianos desde a Índia à Lusitânia, este símbolo e por exemplo encontrado em grande número nas ruínas de Coninbriga. A suástica é assim um símbolo da nossa cultura, raça e civilização.
            A fé pagã foi durante mais de 2.000 anos dominante na nossa terra, temos na era lusitana referencias a Endovélico, Trebaruna, Atregina  etc, Deuses que mesmo após a Romanização e Consequente cristianização da Península Ibérica permaneceram como divindades mas cujos nomes foram sendo alterados.
            Com as invasões, por volta de 419 depois dos Alanos e Vândalos os Suevos conquistaram a Lusitânia. Entretanto chegaram os Visigodos que com os Suevos foram partilhando o domínio das nossa terras, aqueles mais a sul e estes a norte.
            Os Suevos eram pagãos mas por volta de 448, Reichiarius (o Rei) fez-se católico desafiando os Visigodos imbuídos na fé ariana. Em 465 Rechismundos Rei Suevo, converte-se ao arianismo, as no Sec. VI o crescimento da fé católica levam os Suevos a nova conversão.
            Em 559 no tempo do Theodemirus verificou-se decisiva conversão e em 585 os Godos derrotam os Suevos e o seu reino foi incorporado  no Godo.

PARTE II: A EVOLUÇÃO DO SER HUMANO

            Já no Homo Sapiens pode-se distinguir como resultado dos processos evolutivos quatro grupos: Caucasóide (ou Lecodermo) , Negróide (ou melanodermo), mongolóine (ou xantodermo) e o Australóide.
            Esta evolução do ser humano caracteriza-se pela sua adaptação ao meio, pelos modificações anatómicas como consequência da combinação de interacção da selecção natural, e com mecanismos de variabilidade genética, e também com as consequências das modificações que o próprio ser humano é capaz de provocar no meio.
            Ao longo da nossa evolução racial teve lugar uma progressiva independência no que diz respeito às condições ambientais e uma menor dependência das pressões exercidas pelos agentes da evolução biológica.
            A aparição e evolução da cultura presente essencialmente, no caso da alta-cultura, dos povos indo-europeus, permitiram ao caucasóide a adquisição de adaptação extra-somáticos de elevada eficácia, sem necessidade de transformar o seu corpo, fabricando por exemplo, ferramentas, armas, vestuário, etc.
            A evolução cultural alcançou um desenvolvimento tal ao longo das últimas etapas da história do Homem Branco, que em muitos aspectos, superou a Biológica, ao ponto de influir na mesma direcção das mudanças somáticas e fisiológicas do corpo humano.
            Por exemplo, a terapia e a medicina paliativa, que permite prolongar a vida de doentes que anteriormente careciam de possibilidades de sobreviver por causas genéticas, altera a direcção da selecção natural que acumula o genótipo humano de escassa adaptação Biológica (Lastro Genético).
            A evolução cultural mudou os ritmos da evolução biológica com a transmissão de inovações culturais que se adquirem através da aprendizagem.
            Enquanto a evolução biológica produz-se unicamente ao longo de repetidas gerações, os processos educativos podem incorporar mudanças  notáveis uma só geração.

PARTE III: A ANTROPOLOGIA FÍSICA

            Uma das ciências que mais contribui para o conhecimento racial é a antropologia física, ramo da Antropologia. Esta disciplina centra o seu estudo na evolução, na adaptação ao meio e às formas de vida do ser humano ao longo da sua história, visando para isso métodos próprios das ciências naturais como a biologia.
            O Estudo sistemático de restos ósseos e esqueletos de hominídeos e humanos permite aos antropólogos estabelecer, não só as características físicas do individuo analisado, como também o tipo de alimentação, as patologias e enfermidades de que padecem em vida, o trabalho físico realizado pelo individuo, ou o seu código genético.
            A antropologia física compreende a antropologia geral e a antropobiologia sistemática. O primeiro grupo abarca como a genética humana (estudos sobre as combinações genéticas dos indivíduos), a antropometria (que analisa as medidas e proporções do corpo humano), a antropologia fisiológica (que estuda variações do  tipo ontogénico, sexual a racial), a somatologia (centrada na morfologia corporal), a osteologia e a craniologia (que estudam o esqueleto craniano e pós craniano estabelecendo as suas principais características sexo, idade, tipologia etc.)
            Ao segundo grupo pertencem a Radiologia (dedicada aos fenómenos de variação racial), a paleoantropologia (que se centra na origem e evolução dos primeiros hominídeos) e a antropologia física aplicada (consagrada à problemática da adaptação climática, profissional, às migrações, estado da nutrição, etc).

PARTE IV: A SELEÇÃO NATURAL E A SELEÇÃO ARTIFICIAL

            As marcas da carapaça dos caranguejos são hereditários. Mas nestes bichos, tal como nas pessoas, existem muitas linhas genéticas.
            Suponhamos que entre os antepassados longínquos do caranguejo-samurai, surgiu por acaso um cuja carapaça lembrava vagamente um rosto humano. Provavelmente os pescadores teriam tido relutância em o comer, igualmente depois da “história dos Heike” que afirma que os Samurai Heike ainda vagueiam pelos fundos do mar do Japão sob a forma de caranguejo, voltando a atirar esse tipo de caranguejo ao mar estes iniciaram assim um processo evolutivo: se fora um caranguejo de carapaça vulgar  os homens comem-te  a tua linha deixará poucos descendentes; se a tua carapaça se parecer, por pouco que seja, com uma cara, eles deitam-te de volta ao mar e poderás ter mais descendentes.
            Os caranguejos investiram substancialmente nas marcas das carapaças. Com o passar das gerações, tanto de caranguejos como de pescadores, os animais cujos carapaças mais se assemelhavam a um rosto samurai sobrevivem preferencialmente, até que acabou por se produzir, não só uma face humana, não só uma cara de japonês, mas o rosto feroz de um terrível samurai.
            Nada disto tem o que quer que seja a ver com o que os caranguejos querem. A selecção vem do exterior. Quanto mais te pareceres com um Samurai, melhor para ti.
            A  seu devido tempo., acabou por haver grandes quantidades de caranguejos samurai.
            Este processo é chamado selecção artificial.
            No caso do caranguejo  Heike foi realizado mais ou menos inconscientemente pelos pescadores e certamente, sem qualquer premeditação da parte dos caranguejos. Mas há milhares de anos que os seres humanos seleccionam quais as plantas e animais que devem viver. Nós estamos rodeados desde a infância de animais domésticos, de frutos, de árvores e de legumes hortícolas familiares. De onde vêm eles? Já alguma vez foram livres e selvagens, até serem induzidos a adoptar uma vida mais fácil numa quinta? Não, a verdade é outra. A maior parte deles foram feitos por nós.
            Há 10.000 anos não existiam vacas leiteiras, nem cães de caça, nem grandes espigas de trigo. Quando domesticamos os antepassados destas plantas e animais –por vezes criaturas de aspecto muito diferente – começamos a controlar a sua reprodução e os seus cruzamentos.
            Fizemos com que certas variedades com propriedades que considerávamos desejáveis se reproduzissem preferencialmente. Quando queríamos um cão que nos ajudasse a tomar conta das ovelhas, seleccionamos raças mais inteligentes, obedientes e que possuíssem já um talento para lidar com rebanhos – um talento indispensável em animais que caçavam em matilha. Os enormes Úberes distendidos das vacas leiteiras são o resultado do interesse do homem no leite e no queijo. O nosso trigo e o nosso milho foram cultivados durante milhares de gerações de maneira a tornarem-se mais saborosos e nutritivos do que os seus antepassados: Na realidade,  mudaram tanto que já nem se poderiam reproduzir sem a intervenção humana.
            A essência da selecção artificial (quer se trate de um caranguejo heike, de um cão, de uma vaca, uma espiga de trigo a uma raça humana), é a seguinte: muitas características físicas, e comportamentais das plantas e dos animais são hereditários e, portanto, transmitem-se à descendência. Por qualquer razão, os seres humanos encorajam a  reprodução de algumas variedades e desencorajam a de outras.
            A variedade seleccionada reproduz-se preferencialmente, com o tempo torna-se abundante. A variedade rejeitada torna-se rara e pode até extinguir-se.
            Mas se o homem pode produzir novas variedades de plantas e animais, não o fará também a natureza? Este processo, semelhante ao primeiro é chamado- selecção natural.
            Que a vida se modificou profundamente durante os milhões de anos do universo torna-se perfeitamente evidente quando se pensa nas alterações por nós provocados nos animais e nas plantas durante o nosso curto domínio na terra e quando se observam os registos fósseis.
            Eles falam-nos sem ambiguidade, de criaturas que já existiram em grande número e que agora desapareceram completamente.
            As espécies que se extinguiram durante toda a história da terra são muito mais numerosos do que as que existem hoje em dia. São as experiências abortadas da civilização.
            As alterações genéticas induzidas pela domesticação morreram muito rapidamente. O coelho só foi domesticado a partir dos, princípios da idade média, o café no Sec. XV, a beterraba açucareira no Sec. XIX.
            Em menos de 10.000 anos, este processo fez aumentar o peso da lã de uma ovelha de menos de 1 kg de pêlos ásperos para 10 a 20 kg de fios macios e uniformes.
            Se a selecção artificial pode provocar mudanças tão drásticas em tão pouco tempo,, do que será capaz a selecção natural, actuando durante milhares de milhões de anos? A resposta é a beleza e a diversidade do mundo vivo. A evolução é um facto, não é uma teoria.
            A grande descoberta da selecção natural como mecanismo de evolução está associada aos nomes de Charles Darwin e Alfred Russel Waclace. Há pouco de mais um século, elas sublinharam o facto de a natureza ser prolífica e de nascerem muito mais animais e plantas do que aqueles que têm possibilidades de sobreviver-logo, o ambiente selecciona as variedades que, por acaso, são mais bem adaptadas à sobrevivência. As mutações- alterações súbitas da hereditariedade- transmitem-se à descendência. São elas a matéria-prima da evolução. O ambiente selecciona as poucas dentre elas que aumentam as probabilidades de sobrevivência, do que resulta, numa série de lentas transformações de uma forma de vida para outra, a origem de novas espécies.
            A inconsciência de tais actos pode fazê-lo metodicamente ou então inconscientemente, através da preservação dos animais que lhe são mais úteis nesse momento, sem pensar em alterar a raça.

PARTE V: OS POVOS INVASORES E O SEU INSIGNIFICANTE LEGADO NO PATRIMÓNIO RACIAL DOS PORTUGUESES

            Os ciganos: Originários da Ásia, atingiram a pouco os mais remotos extremos da Europa. Depois de terem atravessado Castela, alguns grupos entraram em Portugal pela segunda metade do Sec. XV.
            Nómadas e adestrados em toda a casta de actividades irregulares ou proibidas (roubo, engano, feitiçaria, etc) suscitaram em 1526 uma proibição oficial ao seu ingresso na nossa pátria, proibição esta que foi renovada vezes sem conta. Além dessa proibição, as leis raciais de não miscelanização cultural, étnica e cultural, mantiveram sempre essas tribos, até aos dias de hoje, intactos no seu património genético e logo como consequência, não contaminaram o sangue do nativo Português.
            Os Mouros: Originariamente, após as invasões Muçulmanas, eram uma minoria muito vasta. Mas pouco a pouco reduziram-se até chegarem a um grupo pequeno, principalmente, com a reconquista cristã, os mouros emigraram de novo para países muçulmanos. Os poucos que foram expulsos a partir de 1496 com uma ordem de D. Isabel e D. Manuel, tal como aliás já tinha sido planeado por D. João II.
            Estavam organizados de forma semelhante aos judeus, mas em cada cidade viviam fora do recinto amuralhado, nas mourarias e aí colocavam-se uma condição de auto-segregação, o que por princípios  religiosos quer étnicos sempre foi impedindo a mistura racial entre estes e o povo português.
            Os Judeus: Já no Sec. IV no concílio de Elvira, que abrangia toda a Península Ibérica, era proibido os casamentos mistos com judeus.
            No Sec. XV D. João II permitiu a entrada de judeus em Portugal mas nunca poderiam permanecer no país mais de 8 meses, sendo que a maior parte voltou a sair dentro do prazo devido, ainda conseguiram obter licenças de residência, cerca de 600 famílias, ou seja, cerca de 2.500 pessoas.
            Ora em 1527-32 foi ordenado por decisão de D. João III o primeiro censo da história portuguesa que mostrou a existência de 280.528 fogos, ou seja entre um milhão e uns milhão e meio de habitantes.
            Assim os judeus seriam menos de 1% dos habitantes em Portugal, e de forma mais vincada do que os ciganos, quer os Mouros, o semita muito raramente mistura o seu sangue, tal como lhe é ensinado desde muito cedo quer no seio das suas famílias quer nas escolas rabínicas.
            Ainda assim, em 1496 D. Isabel e D. Manuel decretaram a expulsão de Portugal dos judeus.
            No entanto procurando “salvar” alguns judeus foi possível o baptismo de alguns judeus, passados a serem conhecidos por cristãos-novos.
            Esta meia-medida provoca de imediato descontentamento contra os cristãos-novos entre o povo, mais explorado pelo judeu, e o clero claro.
            Um primeiro tumulto ocorreu em 1504 e dois anos mais tarde um progrom  em Lisboa causava a morte a dois mil ex-judeus.
            O Posterior estabelecimento da inquisição, Idealizada por D. Manuel foi aceite pelo Papa em 1536 já durante o Reinado de D. João III e durou ainda 11 anos, fazendo com que os judeus emigrassem em grande número para Inglaterra e Holanda e outros países europeus, tornando o seu número a residir em Portugal reduzido a poucas dezenas de famílias.
            Os judeus tinham que viver em Bairros Separados, as judiarias, segregados das zonas cristãs por muralhas, cercas e portões que se fecharam à noite.
            Os escravos negros: Impressionados com o afluxo de escravos que entravam em Portugal, escritores dos Sec. XV e XVI exageraram o seu número, como habitualmente acontecia nas “estatísticas” literárias medievais. Em boa verdade, não existem fontes de confiança para avaliarmos do impacto da escravatura no crescimento da população, mas é pouco provável que o número de escravos alguma vez tenha excedido 1/10 da população total, mantendo-se quase sempre muito abaixo dessa cifra.
            Viam-se mais em Lisboa do que algures devido à concentração urbana, mas provavelmente nunca ultrapassaram aí os 5.000.
            O contrato do tráfico negreiro que tinha como proprietários as companhias de judeus, e com a chegada da inquisição, e o povoamento da América do Sul, os semitas transportaram os negros (sua propriedade) para além Mar, e em poucos anos os Africanos quase desapareceram de Portugal.
            Durante a sua estadia nas nossas terras, ainda por cima como escravos, ninguém acredita que uma Dama do Sec. XV se envolvesse sexualmente com o negróide. Assim a sua passagem pelo nosso território não alterou em nada o nosso Património Genético ou Racial.

UM ESTUDO GENÉTICO

            Um estudo encomendado pelo Governo Português, editado para a Comissão Nacional para as comemorações dos descobrimentos portugueses revela em meados dos anos 90 que : existiam neste trabalho, dois tipos de estudos: a) Estudos que avalizam as características genéticas associadas a doenças. B) Estudos genéticos através de um gene que não existe na população quer da Europa Central, quer na Europa do Norte, mas existe em larga escala na população  africana -o gene HBB*S.
          Norte de Portugal não foi encontrado em qualquer elemento da população portuguesa o chamado “Gene Africano”.
            Em certos povoados no Sul, encontrou-se o gene em 0.255% dos indivíduos analisados, e em zonas ainda mais remotos 0.5% até ao máximo 0.75% da população estudada. Em ambos os casos estamos a falar de vidas e aldeias que por si só já são constituídas por centenas ou em alguns casos poucos milhares de habitantes.
            O Estudo termina com a seguinte nota”… Em ambos os casos, a população portuguesa não exibe nenhum  comportamento particular no sentido de se aproximar geneticamente das populações africanas… Assim podemos concluir que o enorme contingente de  escravos em Portugal deixaram marcos insignificantes”.
         
CONCLUSÃO:   

Na Europa, no nosso actual Continente, onde nos situamos fisicamente, naturalmente e etnicamente, devem com muito orgulho poder dizer, sem serem alvo da censura do politicamente correcto, que somos Brancos e temos muito orgulho nisso. E nada deste orgulho tem a ver com ódio, mas sim com a altivez de pertencermos à Raça que representa 9% da população mundial, mas que contribuiu com mais de 90% para o avanço cientifico, tecnológico e cultural das nossas Nações e Humanidade.
Autor: Mário Rui Valente Machado

Bibliografias de: Carl Sagan; Charles Darwin; A.M.Oliveira Marques; Seleções Readers Digest; Comissão para os Descobrimentos;  E Outros…

domingo, 24 de maio de 2020

Guerra de Gangs na Margem Sul (mortos e feridos)


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tiroteio-entre-dois-grupos-rivais-faz-um-morto-e-um-ferido-grave-no-seixal?ref=HP_PrimeirosDestaques

Repitam comigo! "O arrastão nunca aconteceu!"

Repitam milhares de vezes até passar a ser uma verdade absoluta e uma mentira da extrema direita e das suas milícias da internet

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Alguns pormenores sobre a vacinação- o que nos andam a esconder

Começo por escrever que acho lastimável e execrável aqueles iluminados da medicina tradicional, que pensam que mandam nos nossos corpos, nas nossas vidas, afirmarem que os pais que não vacinam os seus filhos são uns irresponsáveis. Por outro lado, aqueles pais que vacinaram os seus filhos e que daí resultou, comprovadamente, autismo, esquizofrenia, asma, problemas neurológicos, cancro, etc, e, inclusive, a morte dessas crianças, será que a Indústria Farmacêutica assumiu a responsabilidade? Claro que não!!! Aliás, para se salvaguardar, a Indústria Farmacêutica, sabendo que os componentes das vacinas produzem terríveis efeitos secundários, assinou, em 2009, um acordo mundial com os países demarcando-se de qualquer efeito adverso provocado pela vacinação; ou seja, livraram-se de qualquer responsabilidade médica, social e jurídica. Porque querem tanto eles que os pais vacinem os filhos mas, por outro lado, pouco lhes importa que haja comida em casa para essas crianças? E será que as cerca de 35.000 crianças que morrem DIARIAMENTE no mundo também não estão vacinadas? Então, se as vacinas são assim tão boas, porque não iniciam uma campanha mundial de forma a vacinar-se todas estas crianças?

Provem que numa vacina que contém mercúrio, alumínio, sorbitol, escualeno, timerosal, formaldeído, ácido carbólico (fenol), estreptomicina e uma série de outros fármacos, solvente acetona, glicerina (que pode ser fatal), hidróxido de sódio, gelatina hidrolisada, cloreto de benzetónio, metilparabeno, etc, etc, administrada antes de uma doença aparecer, é eficaz. Por outro lado, quem apela pela vacinação obrigatória, dê um pequeno exemplo ao mundo e a todos nós, ingerindo goela abaixo, apenas estes 4 elementos e metais: mercúrio, alumínio, glicerina e metilparabeno. Não sendo bom para a saúde via oral, então, por que motivo pretendem injectá-los na corrente sanguínea dos adultos e, principalmente, das crianças???

As vacinas são gratuitas para nós porque o Estado as comprou à Indústria Farmacêutica, certo? Então, porque não disponibilizam também, gratuitamente, a Educação e a Saúde? Curiosamente, se formos a uma consulta médica, pagamos, mas, se formos levar uma vacina, não?! Estranho!!! Mas mais estranho ainda é o facto de a vacina apenas prevenir e não curar. Porque não se dá uma vacina depois de se contrair uma doença? Aí sim, veríamos se é ou não realmente eficaz. Como se explica que uma pessoa que tome a vacina da gripe contraia depois essa mesma gripe? Simples: a vacina só previne; e assim não se sabe se é ou não eficaz.

O que é sórdido, desprezível, é a guerra vacinação/antivacinação que está a ser perpetuada pelos media. Por que não se fala nos media que a Iatrogenia é a terceira causa de morte em todo o mundo? A Iatrogenia são os maus diagnósticos médicos, as más cirurgias, as erradas prescrições médicas, os efeitos adversos e letais de algumas vacinas... É péssimo o que estão a fazer nos media. Em vez de vacinarem as crianças por tudo e por nada, alimentem-nas, condignamente, de forma a estas criarem defesas naturais, através de um sistema imunitário fortalecido.

Será que a Indústria Farmacêutica quer realmente ajudar as pessoas? Então, por que é que em tantos anos de estudos e após tantos milhões... e mais milhões gastos ainda não conseguiu produzir um único medicamento sem contra-indicações? Se as vacinas são tão importantes para as crianças porque não se inicia uma campanha mundial para se vacinar as cerca de 35.000 crianças que morrem diariamente? Por que é que não disponibilizam vacinas para crianças contendo, por exemplo, vitamina C, cálcio, magnésio, ómega 3, óleo de fígado de bacalhau, vitamina D, ao invés de colocarem mercúrio e alumínio numa vacina? Porque não disponibilizam gratuitamente iodo, cálcio, magnésio, ómega 3 e vitamina D, para as pessoas acima dos 50 anos de idade? Por que é que a Coca-Cola, empresa que possui uma bebida refrigerante que é "belíssima" e “maravilhosa” para qualquer ser humano, contribui, anualmente, com milhares e milhares de dólares para estudos da Indústria Farmacêutica? Por que motivo é o Bill Gates o segundo maior investidor da OMS?

Está tudo errado. Por exemplo, trata-se cancros com rádio e quimioterapia e que resultados se obtém? No entanto, há médicos no mundo que tratam realmente cancros, hoje em dia. Será que as pessoas conhecem algum destes nomes: Andreas Moritz (assassinado em 2013, mas deixou obra escrita), Tullio Simoncini, Leonard Coldwell, Alquivar Marin Rojas, etc. Muitos deles tratam as pessoas de uma forma bem simples. Por exemplo, Tullio Simoncini trata os seus doentes cancerígenos com o velhinho bicarbonato de sódio. Mas a questão primordial é que no mundo há mais gente a viver do cancro do que a morrer com cancro. Por isso mesmo, estes médicos são desconhecidos do grande público e, por vezes, assassinados. Afinal, quem iria noticiar e investigar profundamente tal acontecimento, tal assassinato? Outro exemplo: combate-se o colesterol, exaustivamente, sem sequer se elucidar as pessoas de que se morre, de que se tem enfartes e AVC’s, por ter o colesterol baixo e não o contrário. Por isso, tendem sempre em baixar os níveis de colesterol para poderem receitar às pessoas o medicamento mais vendido em todo o mundo, as estatinas. Mais outro exemplo: trata-se a diabetes com insulina. Mas se foi a insulina que causou a diabetes numa pessoa devido à alimentação, como vamos agora tratar a diabetes com a insulina? Alguém trataria um alcoólico com bebidas alcoólicas??? Para os diabéticos o mais importante é reduzir DRASTICAMENTE a ingestão de hidratos de carbono. Não fui eu quem inventou isto mas sim, médicos que disseram e escreveram sobre estes assuntos. É só dar uma boa vista de olhos em livros de David Perlmutter, Lair Ribeiro, Hiromi Shynia, Andreas Moritz, Andreas Kalcker, Thomas Seyfried, Boyd Haley, Ted Koren... e tantos outros...

Mas o que me deixa mais perplexo é o pânico generalizado e a ingenuidade com que as pessoas ficam por causa do que veem e ouvem nos órgãos de comunicação social. Nem sequer questionam o que poderá não ser verdade. Se alguém me contar uma mentira e eu acreditar a responsabilidade é unicamente minha. Devemos questionar o que nos parece estranho e fazer a nossa própria pesquisa e investigação.

Porque havemos de acreditar e pactuar com a estória das vacinas quando não se entende o motivo de se administrar químicos/metais no sangue das pessoas, através de uma seringa? Na Coreia do Sul, 99% da população é vacinada. Quem é capaz de garantir-me que os restantes 1% da população é que está errada? Garantem-me, ainda, que na Coreia do Sul só aqueles que pertencem aos 1% é que morrem de sarampo, varicela, meningite, etc?

Muitos, demasiados, reagem contra a anti-vacinação, não por alguma certeza verdadeiramente científica ou preocupação sanitária devidamente fundamentada mas sim, por terem sido induzidos a essa reacção por uma propaganda habilmente montada pelos principais interessados no respectivo negócio; ou seja, os grandes laboratórios farmacêuticos que produzem as vacinas sabendo que as mesmas, não só não têm a eficácia propagandeada como, ainda, sabem que tais vacinas predispõem o corpo para outros problemas de saúde que posteriormente exigem consumo de outros medicamentos. E, claro, utilizam os órgãos de comunicação social, exaustivamente, para tal propaganda. As vacinas são produzidas, maioritariamente, com produtos de origem animal - são mais baratos do que os de origem vegetal. Os produtores de vacinas e de outros medicamentos têm sido insensíveis às sugestões para produzi-los com matéria vegetal. Técnica e cientificamente, isso é viável. Porém, escudam-se na protecção que a lei lhes confere para continuar a usar matérias de origem animal; e porque contam também com a eficácia da sua propaganda pseudo-científica e pseudo-bondosa para induzir os povos em erro e, até, para que sejam severamente criticados, ostracizados, aqueles que não se deixam iludir pela referida propaganda. As notícias tendenciosas contra quem recusa as vacinas, papagaiadas pelos idiotas úteis ao serviço desses interesses, não são bem aquilo que parecem…

Segundo a Convenção de Genebra nós temos o direito legal em recusar qualquer intervenção médica, inclusive, a vacinação. Portugal foi um dos 126 países que ratificou este Tratado Internacional. A Convenção de Genebra refere explicitamente que "todos têm direito de recusar qualquer intervenção médica sem que possam sofrer punição, pressão ou coação de qualquer tipo. Caso contrário, considerar-se-á uma violação dos direitos humanos". Mesmo nos países que não ratificaram o Tratado existe sempre o Tribunal Internacional para os Direitos Humanos como recurso, em último caso. Evidentemente, que os lobbys da Indústria Farmacêutica são tremendos, poderosos. Basta ver quem está por detrás da maioria desses lobbys: Donald Rumsfeld, Bill Gates... Jamais alguma vacina eliminou, preveniu ou curou uma simples doença. As doenças e as infecções são eliminadas pela higiene, saneamento, água pura e limpa, dietas apropriadas...

Varicela, Sarampo, e outros sistemas de autoimunização (erradamente chamados de "doenças infantis"), ajudam a conferir ao sistema imunitário da criança a capacidade de neutralizar mais eficazmente potenciais agentes causadores de doença, sem terem de passar por uma crise de toxicidade relevante. O corpo ganha uma imunidade natural através da exposição a agentes patogénicos e, ocasionalmente, a crises de cura, as quais eliminam naturalmente toxinas causadoras de cancro. Por seu turno, as vacinas eliminam a imunidade natural, substituindo-a por uma imunidade artificial. Por natureza, todas as vacinas deprimem as funções imunitárias.

A mistura de químicos tóxicos e de metais, os vírus e os ADN/RNA estranhos de tecidos animais presentes nas vacinas prejudicam o sistema imunitário. Muitas das vacinas contêm neurotoxinas e agentes cancerígenos. Eis o que se lança para dentro de um corpo saudável: alumínio, timerosal, formaldeído, ácido carbólico (fenol), os antibióticos neomicina, estreptomicina e uma série de outros fármacos, solvente acetona, glicerina (que pode ser fatal), hidróxido de sódio, sorbitol, gelatina hidrolisada, cloreto de benzetónio, metilparabeno e outros químicos que se sabe ou se suspeita ser causadores de cancro. As vacinas reduzem os neutrófilos polimorfonucleares (PMN - correspondem às defesas do nosso corpo contra bactérias e vírus patogénicos), a viabilidade dos linfócitos, a hipersegmentação dos neutrófilos e a contagem de glóbulos brancos - tudo factores essenciais para manter um sistema imunitário saudável e normal, capaz de monitorar as mutações celulares diárias. É absurdo sacrificar uma imunidade naturalmente adquirida em favor de um estado de imunidade temporário e incompleto contra uma ou mais doenças, nomeadamente doenças da infância inócuas. As vacinas também retiram ao corpo nutrientes que estimulam a imunidade vital: vitaminas A e C, e o zinco - todas essenciais para fortalecer ou manter um sistema imunitário forte.

Os venenos contidos nas vacinas não permitem que a criança desenvolva um sistema imunitário saudável, tornando-a, futuramente, muito mais susceptível a contrair doenças. James Shannon, antigo Director do National Institutes of Health disse: "A única vacina segura é aquela que nunca foi utilizada. Além disso, só se pode dizer que uma vacina é segura depois de ter vacinado a criança". As crianças são o grupo mais vulnerável porque os seus sistemas imunitários estão praticamente indefesos contra os venenos das vacinas. Têm tudo a seu desfavor, uma vez que as mães também deixaram de lhes passar imunidade através do leite materno (porque foram vacinadas e deixaram de produzir anticorpos).

A taxa de mortalidade nas crianças é cerca de seis vezes superior à normal após inoculação de vacina DTP (contra difteria, tétano e tosse convulsa). Os programas de imunização convencional podem evitar que o corpo desenvolva uma crise de cura que pode potencialmente salvar a vida. Todas estas diferentes vacinas administradas a milhões de crianças e adultos, ano após ano, afectam profundamente a capacidade que o corpo tem de se curar por si próprio. As vacinas inoculadas contêm várias moléculas de proteínas que entopem os vasos linfáticos e os nódulos linfáticos, fazendo com que resíduos metabólicos e células mortas desgastadas fiquem retidos nos fluidos tecidulares. O mesmo efeito põe em causa a eficácia das células imunes a circular na linfa.

"Uma única vacina dada a um recém-nascido com 2 kg é o equivalente a dar 30 vacinas, no mesmo dia, a um adulto com 80 kg".
Dr. Boyd Haley.

"As pessoas pensam que há inúmeros estudos indicando que as crianças vacinadas são mais saudáveis do que as crianças não-vacinadas, mas não é verdade. Existem estudos que demonstram precisamente o inverso. São as crianças vacinadas que desenvolvem autismo, alergias, asma, problemas neurológicos, sistemas imunitários enfraquecidos, distúrbios de personalidade, cancro... e não as crianças não-vacinadas".
Dr. Ted Koren.

No documento que envio em anexo, não é para preencher nada por enquanto... Este documento, declaração, funciona da seguinte forma: imaginemos que um médico, professor, ou alguém nos quer obrigar a vacinar o nosso filho, a nós, ou alguém que esteja à nossa responsabilidade. Por experiência própria, eles costumam utilizar também a base da intimidação. Até hoje, comigo e com os meus, não se tem têm safo; e nem sequer foi necessário utilizar a declaração. Mas aproximam-se tempos mais complicados. Adiante...

Quando tentarem isso, apresenta a declaração ao médico, por exemplo, para que seja ele a preencher todos os campos onde revela os componentes de uma vacina e todas as suas contra-indicações. No final, ele tem de certificar a declaração num Notário para que se torne num documento oficial. Ou seja, ele está a assumir toda e qualquer responsabilidade legal caso nos aconteça alguma coisa derivado da vacina que ele nos obrigou a tomar. Pergunto: ele (ou outro qualquer) vai querer assumir tal responsabilidade???

Por: A.F.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Mario Machado o pesadelo dos Jornalistas terroristas


Jornal O Sol
...Ao ler e ouvir a deputada Constança lembrámo-nos do que seria Mário Machado como deputado…um verdadeiro pesadelo! Confirma-se que a esquerda do ódio –que é o BE – e a direita do ódio – que é Mário Machado – tocam-se. Confundem-se; não se distinguem na escuridão do ódio e do antissemitismo.
Cara deputada Constança Urbano de Sousa: cuidado com a sua excitação radical anti-Israel e de preconceito contra o povo judeu. Vai entrar, com toda a certeza, na lista das Sexy Platina do concurso “Miss Hitler” da próxima reunião do Mário Machado ; e, após ler as suas declarações (que parecem reproduções dos vídeos de Machado no “Youtube” – num desses vídeos,Machado disse praticamente o mesmo que Constança e até atacou Ventura por querer mudar Embaixada de Portugal em Israel para Jerusalém!) começamos a pensar que lutará arduamente pelo primeiro lugar…Veja lá se passa a não haver festa (neo-nazi) ou festança, em que não apareça a deputada Constança!
Oiça, em vez de Mário Machado, a Ministra do seu partido, Ana Mendes Godinho, que enalteceu a Lei que consagra o direito ao regresso como correção de uma injustiça histórica e de fraternidade entre os povos português e israelita, em 2019; ou o seu Primeiro-Ministro, António Costa, que apresentou ao Primeiro-Ministro Netanyahu a lei do direito ao regresso portuguesa como um orgulho nacional!
São figuras do Governo do seu partido, deputada Constança! Esqueça o BDS, esqueça o BE, esqueça o Mário Machado – olhe para o Primeiro-Ministro e para a Ministra do Governo que apoia, deputada Constança!

Ler artigo completo aqui:
https://sol.sapo.pt/artigo/696525

sábado, 9 de maio de 2020

Marcelo Rebelo de Sousa e o seu irmãozinho


As coincidências entre a política de Marcelo e os negócios de Pedro Rebelo de Sousa
O Presidente opina sobre o novo hospital da Madeira. O escritório do irmão é contratado para esse caso 13 dias depois. No Porto, houve outra tangente na contratação de Pedro Rebelo de Sousa. São coincidências e a nova lei permite-as. Mas parece bem?

A 2 de novembro de 2018, Marcelo Rebelo de Sousa deslocou-se à Madeira. Durante a visita, num encontro com estudantes, disse que o novo hospital da Madeira devia ser "uma realidade rápida" e "uma prioridade". Assegurou acompanhar "atentamente" o que se passa na região e estar a par da "problemática" do hospital. No dia 15, ou seja, 13 dias depois, foi celebrado um contrato (por ajuste direto com consulta prévia, embora os outros consultados não sejam identificados no portal dos contratos públicos) com a Sociedade Rebelo de Sousa e Associados (SRS Legal), o escritório de advocacia liderado pelo irmão de Marcelo, Pedro Rebelo de Sousa. O contrato é para "consultoria jurídica no âmbito do procedimento de contratação pública para a construção do Hospital Central da Madeira (HCM)". E lê-se no mesmo que a decisão de adjudicação do secretário regional dos Equipamentos é de 2 de novembro – o dia da visita de Marcelo.

O Presidente vai ao Porto e elogia um projeto urbanístico da autarquia e deixa indiretas às reservas do Tribunal de Contas. Meses depois, o escritório do irmão é contratado pela câmara, pela primeira vez, e por ajuste direto, para tratar de questões que podem envolver o Tribunal de Contas.

O escritório do irmão do Presidente teve 14 contratos com entidades públicas numa altura em que a lei ainda limitava esse tipo de situação. O caso tem contornos idênticos aos polémicos contratos públicos de empresas de familiares de membros do anterior governo. E isso permite também as coincidências, como estas, com a extensa intervenção pública do Presidente. Marcelo enviou respostas detalhadas à SÁBADO, que publicamos na íntegra na edição impressa.

https://www.sabado.pt/portugal/amp/as-coincidencias-entre-a-politica-de-marcelo-e-os-negocios-de-pedro-rebelo-de-sousa

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Como os Príncipes devem honrar a sua palavra

 Convém saber que existem duas maneiras de combater: pelas leis e pela força. A primeira é própria dos homens; a segunda é própria dos animais. Mas como, muitas vezes, aquela não chega, há que recorrer a esta, e, por isso, o príncipe precisa de saber ser animal e homem. Esta regra foi ensinada aos príncipes, em palavras veladas, pelos antigos autores que escreveram como Aquiles, e vários outros grandes senhores do tempo passado foram confiados ao centauro Quíran, para os educar sob a sua disciplina. Ter, assim, por preceptor um ser meio animal, meio homem, só significa que um príncipe precisa de saber utilizar uma e outra natureza e que uma sem a outra não é durável. Já que um príncipe deve saber utilizar bem a natureza animal, convém que escolha a raposa e o leão: como a leoa não se sabe defender das armadilhas e a raposa não se sabe defender dos lobos, é necessário ser raposa para conhecer as armadilhas e leão para meter medo aos lobos. Os que querem fazer apenas de leão não percebem nada do assunto. Por conseguinte, o senhor sensato não pode respeitar a fé dada se essa observância o prejudicar e se as causas que o levaram a fazer promessas deixaram de existir.


   Se os homens fossem todos gente de bem, o meu preceito seria nulo, mas, como são maus e não respeitariam a palavra que te dessem, se não lhes conviesse, também não és obrigado a respeitar a que lhes deres. Nunca faltaram a um príncipe pretexto legítimos para justificar a sua falta de palavra, e seriam infinitos os exemplos, do tempo presente, demonstrativos de quantas pazes, quantas promessas, foram feitas em vão e reduzidas a nada pela infidelidade dos príncipes, e demonstrativas também de que as coisas correram melhor aos que souberam representar o papel de raposa. Mas é indispensável saber ocultar este pendor, disfarça-lo bem. Os homens são tão simples e tão obedientes às necessidades do momento, que quem engana encontra sempre quem se deixe enganar. (…)

   Um príncipe não precisa, consequentemente, de ter todas as qualidades enumeradas, mas convém que pareça que as tem. Atrever-me-ei, até a dizer que, se as tem e as respeita sempre, o prejudicam. Mas, se fingir bem que as tem, ser-lhe-ão proveitosas, assim como lhe será proveitoso fingir-se compassivo, fiel, humano, íntegro e religioso e sê-lo, mas na condição de, se convier não o ser, saber e poder agir ao contrário. Convém também notar que um príncipe, sobretudo quando é novo, não pode respeitar singelamente todas as condições segundo as quais se é considerado homem de bem, pois, não raro, para conservar os seus estados, se vê constrangido a agir contra a sua palavra, contra a caridade, a humanidade e a religião. É por isso que deve ter o entendimento treinado para virar conforme os ventos da fortuna e a mutualidade das coisas lhe ordenem, e como já disse, não se afastar do bem, e se poder, mas enveredar pelo mal, se for necessário.

   O príncipe deve ter o cuidado de evitar que lhe saiam da boca palavras que não possuam as cinco qualidades que mencionei atrás e de parecer, a quem o veja e ouça, todo misericórdia, todo fidelidade, todo integridade, todo religião. Não há, alias, nada tão necessário como parecer possuir a ultima virtude. Os homens, em geral, julgam mais com os olhos do que com as mãos, porque todos podem ver facilmente, mas poucos podem sentir. Todos vêm bem o que pareces, mas poucos têm o sentimento do que és – e estes poucos não ousam contradizer a opinião da maioria, que tem do seu lado a majestade do estado que os sustenta. Para avaliar as acções de todos os homens, e sobretudo as dos príncipes (pois neste caso não se pode apelar para outro juiz), mede – se o êxito. Se um príncipe tiver o propósito de vencer e de manter o estado, os meios empregados serão sempre tidos por honrosos e louvados por todos, pois o vulgo só julga pelo que vê e pelos resultados. Ora, neste mundo só existe o vulgo, e a minoria não conta quando a maioria tem em que se apoiar. Um príncipe do nosso tempo, que não convém nomear, não fala doutra coisa senão de paz e de fé e de uma e de outra é mui grande inimigo – e uma e outra, se as tivesse observado, lhe teriam diminuído, não raro, o seu prestígio ou os seus estados.
  

                                                                      Por: Nicolau Maquiavel – O Príncipe 

sábado, 2 de maio de 2020

Poema dedicado à mãe "Pense nisso"



Quando sua mãe envelhecer,

quando seus olhos queridos, fiéis,

não mais verem a vida como um dia já viram,

quando seus pés, cansados,

não mais a quiserem carregar no seu andar –



Então dê-lhe o seu braço em apoio,

acompanhe-a com alegria.

Chegará o momento onde, em prantos, você

deverá acompanhá-la na sua hora final.



E se ela perguntar algo,

então dê-lhe uma resposta.

E se ela perguntar novamente, então converse!

E se ela perguntar outra vez, responda-lhe,

não impacientemente, mas com gentileza.



E se ela não puder entender-te corretamente,

explique-lhe tudo com felicidade;

pois chegará o momento, a hora amarga,

quando sua boca não mais perguntará por nada.

-Autor "O último avatar" em 1923
-Poema "Pense nisso!"