quinta-feira, 28 de setembro de 2017

É tudo a feijões - Parte Final

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Em Portugal não existe um forte movimento Nacionalista porque é tudo a feijões!

Porque a esmagadora maioria dos Nacional Socialistas em Portugal ainda não se convenceu de que estas «nossas ideias» e esta «nossa concepção do mundo» não é nenhum hobby, não é moda e não é algo que desaparece ou ocupa lugar de segundo plano quando se passa a ter 20, 25 ou 30 anos. Não se coaduna com comportamento rebeldes e inconsequentes, não tem a ver com exibições gratuitas de símbolos ou roupa.

Caro amigo, não faças aquilo que te dá prazer, não demonstres a tua revolta perante o que nos rodeia da forma mais primária ou de forma violenta...não faças aquilo que «eles» querem que tu faças. Não sejas uma marioneta nas mãos dos nossos oponentes! Se queres realmente fazer algo...respira fundo e procura antes canalizar toda essa revolta e energia para «atacar» o sitema com material e actividades verdadeiramente revolucionárias e eficazes e apoiando os projectos sérios e construtivos, que visam não só lutar contra esta sociedade decadente, como lutar pela edificação de uma nova mentalidade e de um «novo homem»!!!

Uma última pergunta poderá ocorrer-vos: « Se o movimento Nacionalista não está tão forte como gostaria e se  existissem tantas "condições" para ser um activista e para que as coisas "vão para a frente", e se ainda por cima fico por vezes decepcionado com algumas pessoas ou com algumas coisas que não correm bem, porque é que hei-de fazer eu parte desta luta tão exigente?»
A resposta é muito clara: Não faças parte! É que a maior parte das pessoas que se interessam pelas nossas ideias estão connosco, «andam» connosco e dizem partilhar as nossas ideias, mas estão redondamente enganados. O seu lugar poderá ser em muitos locais, mas certamente não junto de Nacionalistas, as suas ideias (quando as têm) poderão ser algumas, ou até muitas, mas certamente não são as «nossas» e não têm o «nosso comportamento» perante a vida. É para todas essas pessoas, independentemente da idade ou localização geográfica, que eu digo: Não façam parte do «nosso movimento».
Basta de equívocos! Quanto mais cedo vocês e nós entendermos isso, melhor para todos.

Ao longo dos últimos anos, o movimento Nacionalista felizmente tem evoluido imenso na sua qualidade humana.Tem-se depurado e exposto muitas pessoas, algumas delas eram mesmo consideradas como uma referência Nacionalista em Portugal, o que é gravissimo. E que não haja qualquer dúvida: Apesar de querermos sempre evoluir mais e melhor, até porque tal está perfeitamente ao nosso alcance, a verdade é que hoje em dia o «nosso movimento», apesar de ainda fraco (tendo em conta as nossas ambições) está provavelmente mais maduro e forte do que nunca!

Para os Nacionalistas que se identificam com as «nossas ideias», a resposta à pergunta acima colocada é igualmente muito clara: Façam parte deste combate, pois é a causa mais justa e mais importante que pode existir para nós, Portugueses e Brancos. Para além do mais, é a nossa própria sobrevivência, enquanto Povo e Nação, que está em perigo. Arregaça as mangas e passa a fazer parte desta aventura!

JOSÉ LUIS RAMOS!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

É tudo a feijões! Parte XX , XXI

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Parte XX  - «Tou nisto à bué»

«Tou nisto à bué». Durante anos ouvia, e por vezes ainda ouço, pessoas um pouco mais velhas do que eu, e alguns mais novos, afirmar com grande alarido que «já estou "nisto"à X anos» ou que «tou na cena à bué». Mas o que é que significam estas expressões? Provavelmente que já à X anos que muito pouco ou nada fazem e que muito pouco ou nada arriscam. Para eles, o «estar nisto à 3 ou 30 anos» pode ser muitas coisas, mas certamente que não significa um combate constante e uma conduta correcta ao longo dos anos. Significa, sim, que procuram ganhar desesperadamente consideração pelas outras pessoas através da forma mais simples que existe: falando (e não fazendo!) e dizendo que «já fiz muito».

A honestidade é um valor precioso no «nosso movimento» e se alguém não fez nada ou muito pouco durante X tempo, essa pessoa apenas tem de reconhecer, perante si próprio e perante os seus Camaradas, esse facto com toda a naturalidade.

Quanto às expressões atrás referidas em nada dignificam a «nossa luta», que é algo demasiado grandioso e honrado para ser apelidado de «cena» ou «disto». Mesmo sem se aperceberem, muitos jovens utilizam este género de expressões, que acabam inclusive por ir ajudando a criar uma mentalidade deformada entre «nós».

Parte XXI - Legalização: A solução!?

Não há nenhum partido nem nenhuma organização legal em Portugal hoje em dia que mereça a confiança dos Nacionalistas que têm orgulho na nossa Nação e na nossa Raça. De tempos a tempos ouço jovens a questionarem-se se este ou aquele partido nao «é dos nossos» e a quererem acreditar que «agora é que é, até porque não há mais nada». Bom, se queremos que em Portugal o «nosso movimento» vá para a frente, mas numa direcção correcta, saudável, construtiva, a um ritmo constante e duradouro, então temos de ultrapassar este grito que ainda continua a grassar entre muitos de nós. O mito de que « as coisas só vão para a frente se houver um partido; temos de fazer um partido e depois tudo é fácil».

Caros amigos, compreendo perfeitamente o que vos leva a querer acreditar nesta «solução», tal como compreendo tantos outros jovens Camaradas que regularmente questionam se não haverá outra «solução» mais rápida de fazer crescer o movimento.

Acontece que a criação de um partido ou associação legal não resolve absolutamente nada! Pelo contrário! Esta é uma falsa questão! Um partido ou associação não faz militantes, os militantes é que poderão fazer o partido! E a verdade é que os militantes não são muitos. Para quê construir um partido se não existe uma estrutura razoavelmente sólida e eficaz? Para ser mais um entre outro que têm existido ao longo dos anos? Para ser mais um antro de intrigas, de conflitos, de inactividade? A resposta é óbvia e só pode ser uma: NÃO! Não é a criação de um partido ou organização que poderá levar «para a frente» o « nosso movimento» em Portugal! Só através de Homens com H, só através de activistas verdadeiramente empenhados em lutar pelo nosso Povo e pela nossa Nação, só através de uma total dedicação em divulgar constantemente as nossas ideias e em procurar intensivamente uma uniformidade de ideias (o que implica uma grande paciência e tremenda determinação), só com estas pessoas e com esta mentalidade é que o movimento pode crescer. Não é o partido ou organização, são pessoas e as ideias que contam!

Depois de criadas estas condições, que é o mais difícil, poderão eventualmente surgir associações ou partidos legais que merecerão o nosso apoio inequívoco. Mas se/quando algo do género surgir, será uma consequência natural e não algo forçado, como tem sido até hoje, criando falsos movimentos. Mas se não há partidos ou associações legais com as quais vale a pena lutar, o que podes fazer então? Felizmente que o que não faltam são actividades, projectos e material. Quanto mais te envolveres na «nossa luta», mais ter aperceberás deste facto. E não deixa de ser caricato quando, sem qualquer organização ou associação legal, já se fizeram e têm-se feito mais coisas do que durante o período mias activo da maior parte das organizações legais Nacionalistas Portuguesas.
Não te esqueças de que o «show-off» pode ser algo muito bonito e atractivo, mas não passa disso mesmo; de uma exibição, de um balão de ar quente que se esvazia quando se espreita lá para dentro e se vê o vazio ou o caos existente. E é assim que, por mais bo vontade que algumas pessoas tinham/têm, as associações, movimentos e partidos legais Nacionalistas existiram/existem em Portugal: um balão de ar quente que engana muitas pessoas durante algum tempo, mas não consegue enganar todos por muito tempo.

Amanhã - Parte Final.





domingo, 24 de setembro de 2017

É tudo a feijões! - Parte XVIII , XIX

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Parte XVIII - «Trabalho que chatice!»

Trabalhar regularmente durante  uns meses ou por um, dois ou três anos é melhor do que nada, mas é imprescindível que todos se mentalizem de que à «nossa frente» estão muitos anos de trabalho, mas um trabalho que não deve ser encarado como um fardo, como uma «grande chatice», mas um trabalho que se torna num prazer e num infinito orgulho. Um trabalho que nos faz sentir bem, um trabalho que deve ser encarado com toda a seriedade, claro, mas também com toda a alegria. Sem dúvida de que «o trabalho liberta» e este trabalho ajuda a libertar todo um povo, o nosso povo!

Parte XIX - Lista de prioridades

Como é que imaginam que será a vossa vida dentro de cinco anos? Ou se preferirem, o que é que gostariam de estar a fazer nessa altura? A maior parte de vós responderá que gostaria de ter uma boa casa, ter uma boa namorada ou eventualmente estar casado, de talvez já ter filhos, de ter um bom carro, um emprego com um bom ordenado, fazer férias em locais exóticos, etc,etc... «e pronto». «Ah, é verdade, dirão alguns, «e vou continuar a fazer algo pelo "nosso movimento"»-

Assim, de forma tão simples e clara, vem ao de cima o fato de que, infelizmente, ainda vão havendo muito Nacionalistas que colocam as «nossas ideias» no ultimo lugar da lista de prioridades da sua vida. É óbvio que tal tem de continuar a evoluir, pois, caso contrário, se o envolvimento é pouco, também os resultados o serão.
Quando pensamos no nosso «futuro», temos de nos habituar a pensar não só no nosso futuro individual, mas no futuro do «nosso movimento» e do «nosso povo». Sem objectivos e pensamentos a médio e longo prazo não é possível que uma ideia continue a desenvolver-se e se fortaleça! E é claro que alguém que não encare o «nosso futuro» da mesma forma séria, preocupada e determinada que encara o seu «futuro pessoal», será sempre alguém com um envolvimento muito superficial e temporário no «nosso movimento».

Caros amigos, lembrem-se sempre desta máxima: NÃO BASTA QUERER ALGO, HÁ QUE QUERER APAIXONADAMENTE! E quando se quer dessa forma, tudo é possível.

Amanhã - Parte XX - «Tou nisto à bué»

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

É tudo a feijões! - Parte XV , XVI , XVII

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Parte XV - Esoterismo

É muito interessante e importante que tenhamos uma forte componente espiritual, que saibamos que a nossa luta é muito mais do que simples politica. Assim, são bem vindos todos aqueles que se dedicam a temas espirituais, à descoberta e reflexão do que nos rodeia. Contudo, o nosso dia-a-dia, e o de todos os Portugueses, não pode ser esquecido. Ao longo dos tempos, e não só (nem principalmente) em Portugal, têm havido alguns camaradas que se dedicam a questões esotéricas, espirituais, não dando a devida atenção ou até menosprezando por completo os problemas bem concretos que a todos afecta. Obviamente que o resultado é o de criar um grupo sectário, quase considerado como «mais uma seita» ou de «grupo de lunáticos» aos olhos do «nosso povo». Enfim, é mais uma forma de auto-marginalização a que atrás foi feita referência e que contraria os propósitos da «nossa luta» e que certamente agradará aos nossos inimigos.

Parte XVI - Grupo de amigos

Quem é que não gosta e não quer ter um bom grupo de amigos? Penso que ninguém! A «nossa luta» só tem a beneficiar, e muito, se para alem de camaradagem, existir igualmente uma forte amizade entre «nós«. Contudo, de que vale a amizade sem a camaradagem? Não é obviamente um grupo de amigos que queremos construir. Esse, não é, com toda a certeza, o propósito da «nossa luta». Se assim fosse, o movimento em Portugal seria enorme, pois certamente que todos nós temos ou tivemos dezenas de amigos do bairro, da escola ou do trabalho.

Por outro lado, e falando a nível pessoal, nao consigo conceber ter grandes amigos que não sejam grandes Camaradas, pois uma coisa está intimamente ligada à outra. E se algum Camarada me desilude profundamente, obviamente que não é ó no aspecto da «nossa luta» que tal irá ter consequências - sejam temporárias ou definitivas- pois, como foi dito anteriormente, a nossa «vida privada» está intimamente ligada à «vida do nosso movimento».

Compreendo que para alguns seja um pouco difícil encarar as coisas desta forma. Apenas posso dizer o seguinte: esta é uma brilhante forma de medir o grau de dedicação e fidelidade aos «nossos ideais». Vejam que reacção vocês e cada uma das outras pessoas que vos rodeiam tem ou teve na situação atrás referida (ou em outra semelhante) e saberão o grau de envolvimento e seriedade dessa pessoa no «nosso movimento».

Parte XVII - Vou-me infiltrar

Já ouvi vários Camaradas afirmarem que se vão infiltrar num Partido(normalmente o PP), pois, dizem eles, «só assim é que podemos lá chegar». Infelizmente, seria muito mias correcto  honesto se eles dissessem o verdadeiro motivo por  que vão para um qualquer Partido e esse é o de simplesmente quererem «fazer-se à vida». Já ouvi algumas pessoas jurarem a pés juntos que tomam tal decisão apenas «pela nossa causa» e,poucas semanas depois o seu comportamento evidencia o óbvio: A tentativa desesperada de, tal como tantos outros, «tira algo da politica». Poucos meses depois, surgem outros sintomas e esses revelam já uma aversão a tudo o que sejam as « nossas ideias», pois »não posso comprometer o meu futuro no Partido» afiram.

Caros amigos, simplesmente não percam o vosso tempo nem paciência. Mais cedo ou mais tarde, todos esses »infiltrados» hão-de perceber que os meses ou anos de trabalho ou de simples envolvimento politico (que é o que normalmente acontece) tiveram uma única utilidade: servir os interesses de quem está à frente do Partido, seja o PP ou algum Partido minúsculo.

Também acontece que muitos Nacionalistas, ao «infiltrarem-se», apenas procuram uma saída airosa da luta pela « nossas ideias», uma forma de poderem dizer que continuam a fazer muito pela causa, mas sem arriscarem nada, sem se chatearem e sem trabalharem muito (ou pouco!9.

Quanto a este tema, e para concluir, basta pensar que os responsáveis de um Partido politico(por mais minúsculo que seja) têm obviamente, a faca e o queijo na mão para colocar processos, desprezar algum militante ou simplesmente expulsá-lo se se tornar inconveniente, tal como sucedeu, e depois o seu «árduo trabalho de infiltrado» revela-se o que sempre foi: completamente infrutífero e despropositado!

Cont....Amanhã - Parte XVIII «Trabalho? Que chatice!»

terça-feira, 19 de setembro de 2017

É tudo a feijões - Parte XIII , XIV

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Parte XIII - Unidos somos fortes?

Sem duvida de que sim. Mas de que união estamos a falar? É que continuam a existir muitas pessoas que fazem uma grande confusão com essa ideia de «união» e repetem-na até à exaustão como se se tratasse de algum remédio santo para os problemas que temos de enfrentar. Pelo contrário! Na esmagadora maioria das situações, uma união apenas vai fragilizar mais a pessoas e os projectos envolventes. Inicialmente cria-se uma falsa ideia de engrandecimento e de força, que rapidamente se desvanece, vindo ao de cima todas a s diferenças. Por outro lado, quando, hoje em dia, algum Camarada conta-me que sozinho ou com dois Camaradas, voltou a distribuir algumas centenas de folhetos em caixas de correios ou em carros, penso novamente para que é que vale tal «união» de que tanto se fala? Para haverem mais pessoas a (tentar) desmotivar aqueles que querem e vão fazendo algo? Enfim, é a «velha» história do homem saudável que se junta a meia dúzia de inválidos para percorrer mais rapidamente um determinado percurso e rapidamente descobre que, ao ter de carrega-los nos ombros, demorará um tempo infinitivamente superior, se é que chegará a atingir o fim a que se propos.

Não vale a pena dramatizar nem entrar em histerismos. Com calma as pessoas vão-se conhecendo, vão trocando ideias diversas, e naturalmente cada um decide o que quer (ou não) fazer. Se por vezes não existem condições suficientes para fazer a tal «união», seja entre quem for, então simplesmente cada um segue o seu percurso, sem se preocupar com o(s) outro(s). Quem sabe se um dia os seus caminhos não se voltam a cruzar?

Em Portugal, e não só, tem existido uma mentalidade completamente auto-destruidora ao longo dos anos, ou seja, quase todas as pessoas continuam a querer «unir-se» intimamente, mesmo que nao d se torna óbvia a incompatibilidade, ou então passam a odiar-se profundamente, normalmente como consequência de uma «união» forçada e falhada. A verdade é que, mesmo quando existem condições suficientes para grupos/projectos diferentes unirem esforços, praticamente todas as pessoas esquecem-se de que qualquer «união» tem de ter os seus limites bem definidos (na teoria e depois na prática), caso contrário, mais cedo ou mais tarde, o seu fim é o mesmo: auto-destruição. Este é apenas mais um sinal de imaturidade do movimento, algo que tem de ser alterado se queremos criar mais e melhor estrutura e um ambiente mais saudável e transparente.

Parte XIV - Os exemplos que temos.

Tirando algumas honrosas excepções, a esmagadora maioria dos Nacionalistas Portugueses que já ultrapassaram a idade dos 25 ou 30 anos são uma referência muito pouco saudável para os mais jovens. Em muitos casos, são  mesmo um exemplo lastimável do que nõa se deve ser e ddo que não se deve fazer. E aqui temos outro problema, pois todas as pessoas gostam de imaginar que existem «velhos que estão do nosso lado e que estão, algures. à espera para nos apoiar». Caros amigos, não vale a pena ficarem à espera de algo que não existe. Nós é que temos que lutar! Em nós é que reside a esperança!

Consciencializares-te deste facto é imprescindível! « Mas onde é que estão as outras gerações anteriores à minha? Onde estão esses Nacionalistas?» perguntarão muitos de vocês. Pois bem, a resposta é simples: estão onde se encontram a maior parte das outras pessoas que nos rodeiam; estão num mundo de apatia, comodismo e materialismo. Com mais ou menos vontade, adaptaram-se a esta sociedade decadente que nos rodeia, desiludidos com os enormes obstáculos que o Nacionalismo tem de enfrentar e desmotivados por ver outros ao seu lado a abandonar a «nossa luta».

É óbvio que existem várias pessoas menos jovens que não são uma má referência alguma, pois nunca estiveram envolvidos activamente no «nosso movimento».

A escolha agora é tua: queres ser mais um, entre tantos outros, que ao fim de 1,2 ou 3 anos ou quando chega aos 20 ou 25, desiste e desinteressa-se pela luta das «nossas ideias» ao consciencializar-se das dificuldades e ao ouvir os lamentos de outros Nacionalistas ou queres, ao invés, demonstrar que tu próprio vais sendo referência para tantos outros jovens Nacionalistas? Uma referência não porque o dizes, mas porque o demonstras pela tua conduta diária e pelo teu activismo constante de meses e anos? A escolha é tua!

Amanha - continuação - Parte XV - Esoterismo

domingo, 17 de setembro de 2017

É tudo a feijões - Parte X , XI , XII

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Parte X - A ponte para a outra margem

Caros amigos, é imprescindível aproximar as nossas ideias do povo a que pertencemos, estabelecer, ou melhor, continuar a fortalecer esses alicerces, essa «ponte» que vem sendo constituída entre nós, militantes Nacional Socialistas, e NÓS, povo português. Tudo o resto são coisas que só nos vãos fazer perder tempo ou são coisas que alguns fazem apenas para seu próprio prazer e gozo individual ou para aumentar o seu ego, e para chocar e revoltar as pessoas que são o «nosso povo».

Desde o final da Segunda Guerra Mundial que o Nacional Socialismo é extremamente marginalizado na nossa sociedade, devido à campanha permanente de propaganda. Os nossos inimigos têm conseguido separar-nos do «nosso povo». E, para piorar a situação, o facto é que o comportamento de alguns de nós às vezes contribui (apesar da eventual boa vontade) para que essa marginalização fique ainda mais acentuada.

Temos de continuar a lutar contra esse círculo vicioso, contra essa «barreira invisível» que foi construída à nossa volta e vir, cada vez mais com força, para a rua informar o «nosso povo» das «nossas reais ideias», sejam de que projecto forem, desde que sério e construtivo.


Parte XI - Musica, roupa e álcool

O facto de dedicar apenas algumas linhas a este tema já é, só por si, um bom sinal. Ouvir musica Nacionalista (por  mais inspiradora que seja) e vestir uma t-shirt «radical» não faz um Nacionalista e muito menos um activista. É algo muito simples, mas que continua, por vezes, a fazer certa confusão junto de algumas pessoas, por isso é sempre conveniente relembrar.

Quanto ao álcool, é um facto que felizmente hoje em dia este já não é um problema tão grave como foi no passado, em que estar bêbado era sinónimo de «macho latino», guerreiro viking ou lusitano. Contudo, convém deixar bem claro aos mais jovens, e a quem ainda não entendeu, que o «nosso movimento» não é um movimento de bebados.


Parte XII - Skinheads fundamentalistas

Dentro do «movimento skinhead» tal como em tantos outros, existem pessoas com as mais distintas ideias e os mais diversos comportamentos. Aqueles skins a que eu exclusivamente faço referência aqui são os que, independentemente de serem ou não óptimas pessoas, colocam, antes de mais, os interesses e a imagem do movimento skinhead, antes das ideias, antes da luta pela nossa Nação. Enfim, não há muito mais a dizer quanto a este aspecto, simplesmente é um facto.

Certamente que há alguns pontos em comum com esses skins que pensam de essa forma, mas a verdade é que esses pontos em comum são muito poucos. Ente vários outros aspectos completamente irreconciliáveis, posso por exemplo recordar aqui que a mentalidade de gang que vários skins assumem nada tem a ver com o Nacional Socialismo e nada tem a ver com um movimento aberto que procura ter o apoio popular.

Seja como for, tal como acontece com qualquer outro aspecto aqui referido neste artigo, é bom lembrar que cada um sabe o caminho que quer seguir. Não se obriga ninguém a nada, simplesmente se esclarece que o que implica fazer parte do «nosso movimento» e as relações possíveis ou incompativeis que se podem estabelecer com outras pessoas.

Amanhã - Parte XIII - Unidos somos fortes?

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

É tudo a feijões! Parte IX

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Parte IX - Actividades de rua.

Passar uma noite em claro, deitar às duas ou três da manhã ou acordar às 4h da manhã para, por exemplo, ir fazer uma colagem de cartazes são sacrifícios que, infelizmente, muito poucas pessoas já fizeram e é algo que um numero ainda mais reduzido de militantes faz de forma continuada. As justificações são muitas para nada se fazer, mas a verdade é que a ideia na cabeça de muitos é de que «os sacrifícios são bons é para os outros» ou de que «não estou para isso». Enfim, é a velha história daqueles que gostam de falar muito em revoluções...mas só de as ver ao longe, não de estarem envolvidos activamente e de participarem nela. E querem depois que haja um movimento Nacionalista forte? Bom, certamente que o «nosso movimento» continuará a fortalecer-se, mas esses fracos de espírito não farão parte da história desse movimento, não estão a fazer parte da nossa história e, talvez sem se aperceberem, esse é o pior e mais triste preço que eles pagam! Nada fazerem quando muito podiam ter feito!!

Por mais poucas que fossem as pessoas a realizar actividades de rua, ou até que não houvesse ninguém, eu continuaria a divulgar as nossas ideias, porque sei que estou a fazer o correcto e não preciso que me venham dizer isso constantemente para ficar motivado. Sei que cada vez que distribuo um folheto, colo um autocolante ou um poster, estou a fazer história, estou a perpetuar as «nossas ideias» e a cometer uma acto revolucionário, por mais pequeno que seja.

Amanhã - Parte X - A ponte para a outra margem


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

É tudo a feijões! Parte VIII

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Parte VIII - Racistas ou traidores?

Outra herança que nos foi deixada prende-se com o «racismo» que muitos Salazaristas sentiam e cujo sentimento (ainda) tem passado infelizmente para muitos jovens. Há uns dias atrás ouvia um jovem com uns 27 anos a dizer todo contente que «Eu sou racista! Tanto aperto a mão a um branco como as tetas a uma preta» e todos nós já ouvimos concerteza algum comentário do tipo. São jovens que contam anedotas dos «pretos estúpidos» e não hesitariam em ir atrás de umas «pretas jeitosas». Também aqui devo dizer que felizmente hoje em dia o «nosso movimento» está saudável, está limpo.
Viu-se livre de ideias e pessoas nojentas, que poluíam a «nossa causa», sendo um terrível exemplo para outros, desmotivando-os ou, pior ainda, levando-os a pensar que tal comportamento seria normal para um Nacional Socialista. Contudo , há que estar atento para manter a «nossa causa» limpa e não ouvir de ânimo leve um comentário deste tipo de alguém que se diga «camarada»

Amanhã , Parte IX - Actividades de rua.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

É tudo a feijões - Parte VI e VII

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Parte VI - Quando esse sacrifício não é bem direccionado

Existem jovens que, no pico da sua motivação, lá fazem alguma coisa. Uns mais, outros menos. Acontece que não basta querer fazer alguma coisa, não basta estar totalmente determinado em lutar pela nossa Nação e pela nossa Raça.
Tão importante quanto isso é o saber canalizar toda essa vontade da melhor forma e, muitas vezes, isso é um problema. É um problema por vários motivos! Como explicar a um jovem que esta cheio de vontade para fazer algo que, por exemplo, «a luta armada», que ameaçar alguém de morte, que juntar-se a uma actual organização legal ou Partido «Nacionalista», que suar certos símbolos « chocantes» (aos olhos da sociedade), não é a melhor via? 
Como fazer isso sem melindrar os sentimentos dessa pessoa, sem entrar em rota de colisão com essa(s) pessoa(as) ? Não é fácil! Requer muita paciência, serenidade e depende de outros factores interiores, sendo sempre um risco. Contudo, essa é uma verdade que tem que ser dita, pois nada dizer, não chamar a atenção aso jovens, »e menos jovens», quando necessário, apenas com o intuito de nao ser incomodo e um «desmancha-prazeres«, tal é uma demonstração de um espírito fraca, já se sabe que » dos fracos nao reza a historia»!

Parte VII - «Odiados e orgulhosos»

Este lema pode ser encarado por duas formas e ambas pouco têm a ver uma com a outra. e pensarmos que somos odiados pelos nossos inimigos, sejam eles poucos ou muitos, se pensarmos que quanto mais actividades construtivas e projectos formos realizando e fortalecendo, mais odiados ainda somos; então é sem duvida caso para dizer que «sim, temos um infinito orgulho por sentir esse ódio de tão desprezíveis sujeitos, que representam tudo aquilo que combatemos. Temos inclusive orgulho de sermos considerados o Diabo ou o Demónio, por esses que deturpam a mente e emporcam tudo aquilo em que tocam. Sem duvida de que então somos o « Diabo», o « Diabo» que quer destruir a actual sociedade decadente e a actual mentalidade reinante.

No outro extremo, temos uma visão sectária, marginal, anti-social, que vê inimigos em tudo o que nao conhece, ou que nao pertence ao seu grupo reduzido a amigos e camaradas. obviamente que tal de nada tem a ver com o «nosso movimento», pelo contrario, é uma mentalidade inclusive bastante prejudicial.

Amanha Parte VIII - Racistas ou traidores?

domingo, 10 de setembro de 2017

É tudo a feijões ! Parte V

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Parte V - Vírus do dinheiro

Por vezes surgem indivíduos que ate podem ser activistas e ter (ou não) alguns conhecimentos, mas ter igualmente um outro vírus, que é o da ganancia, da avidez.

Que fique bem claro que não podem igualmente ser tolerados certos indivíduos no «nosso movimento», por mais que eventualmente possam fazer e por mais nossos «amigos» que possam ser. Como é possível estar a pretender combater toda uma visão do mundo, toda uma mentalidade mesquinha, capitalista, materialista, egoísta, quando dentro do «nosso movimento» existem autênticos «judeus»? Não, tal não é possível nem pode ser permitido! É óbvio que primeiro se chamam primeiro as pessoas à atenção e inclusive se avisa varias vezes a necessidade premente de mudarem o seu comportamento. Quando tal não acontece, a nossa atitude só pode ser uma: a de verdadeiros Nacional Socialistas que colocam a integridade das suas ideias e a fidelidade para com verdadeiros Camaradas acima de tudo o resto. Quem é «judeu» não é certamente Camarada e não merece qualquer fidelidade. Estar constantemente a dever dinheiro a Camaradas e /ou outras pessoas, nunca estar disposto a dar dinheiro para revistas ou outro material, não ter máximo de transparência no que diz respeito a dinheiro(e não só!) não se coaduna com o comportamento de um Nacional Socialista.

Este aspecto poderá parecer a alguns leitores de pouca importância, mas não o é, pelo contrario. Numa sociedade onde somos confrontados diariamente com mensagens directas e subjacente de apelo ao egoísmo, ao consumismo, ao prazer e ao bem-estar individual, a «nossa resposta» tem de ser devastadora. E se tal não é fácil, como uma maça completamente podre no meio torna-se muito mais complicado.
Como é possível construir umas bases sólidas e saudáveis, de total confiança, se sempre que se fala de dinheiro, as pessoas olham de lado para alguém? O efeito que o comportamento de uma só pessoa vai ter nas outras, a curto prazo, é terrível. «Se ele não paga, porque é que hei-de eu pagar?» ou «Como é qu eu posso confiar nele para coisas mais séria, se nem sequer confio que me vai pagar o que deve?» são perguntas que rapidamente passam a ser colocadas e daí à derrocada completa é um passo muito pequeno.

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Amanhã - Parte VI - Quando esse sacrifício não é bem direccionado

sábado, 9 de setembro de 2017

É tudo a feijões! ParteIV


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Parte IV - Vírus das quatro paredes

É mais do que oportuno salientar exactamente uma dessas «questões pessoais» que durante anos pairou no Nacionalismo em Portugal e que se prende com a homossexualidade. Por mais inacreditável e absurdo que possa parecer (e é!), a verdade é que existiam várias pessoas em Portugal que se diziam Nacionalistas e que não passavam de homossexuais. Tanto ou mais grave do que aqueles que a toleram no «nosso movimento» e aí o numero de «Nacionalistas» subia bastante. E assim passou a ser divulgada, por certos indivíduos, a «brilhante» ideia de que «dentro das quatro paredes cada um faz o que quer». Entretanto, há uns anos atrás, englobado no âmbito de «reconquista» do «nosso movimento», passou a ser usada a expressão « vírus das quatro paredes» para definir abertamente todas as pessoas que se encontravam e que ainda se encontrem «infectadas» com esta ideia e expo-las ao ridículo. As vitimas deste «vírus» foram pessoas que nao queriam perder amizades (e/ou interesses) com « Nacionalistas» gays ou que queriam a «união» de todos os «Nacionalista» (e aqui temos novamente o perigo e o ridículo de muitas «uniões«) ou eram ainda simplesmente homossexuais disfarçados e envergonhados, que procuravam assim ir justificando indirectamente o seu comportamento e mentalidade aberrante.

O «vírus das quatro paredes» significa exactamente isso: uma ideia perigosa e decadente de que nao nossa «via pessoal» podemos fazer o que quisermos, pois o que interessa é apenas se alguém trabalha bem ou nao em prol do movimento. Errado! Mais do que errado, é quase um crime alguém divulgar esta ideia no « nosso movimento»  e é como tal que qualquer pessoa que assim pense deve ser encarado, pelo menos até mudar - convictamente - de ideias.

É preferível ter um movimento fraco ou pequeno, mas integro, honesto e fiel às nossas ideias,onde cada militante representa o que de melhor existe na nossa sociedade, do que ter uma grande organização, repleta de doentes, decadente, hipócrita, decrepita. Enfim, a boa noticia é que estes indivíduos já pertencem ao passado. O alerta, no entanto, aqui fica: compete a todos nós que esses homossexuais, apoiantes das «quatro paredes
», «putanheiros» e outros dementes e tarados, física e psicologicamente, independentemente das suas idades, e por mais posses financeiras ou por mais livros que tenham em casa, nunca mias se «unam» ao «nosso movimento», sob pena de serem fortemente penalizados.....e disso podem ter a certeza!!!
A «nossa casa» tem sido arrumada ao longo dos últimos anos, à que acabar o trabalho de limpeza e mante-la limpa daqui em diante

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

É tudo a feijões! Parte II e III

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Parte II - Sacrifício? Não obrigado!

A dedicação, fidelidade e a capacidade de sacrifício é praticamente inexistente entre os Nacionalistas Portugueses. E daqui decorrem a maior parte dos problemas actuais com que temos de lidar. Como um «bom» típico Português, fala-se muito, critica-se muito, mas faz-se muito pouco. Ouvem-se jovens a falar em palavras muito bonitas, a assumirem compromissos que duram muito pouco tempo, a instigar a fazer isto ou aquilo, quando eles próprios pouco ou nada fazem e pouco ou nada estão dispostos a sacrificar.

Existem muitos Nacionalistas que conseguem ver a injustiça e miséria humana que nos rodeia, contudo nada fazem além de falar (seja com longas conversas ou breves comentários) , passando também eles, de certa forma, a fazer parte dessa miséria humana. Por vezes alguns ainda vão agoirando, lançando suspeitas e boatos,desmotivando-se e desmotivando os outros sempre que psicologicamente se sentem um pouco fragilizados. Enfim, se é verdade que a apatia e o comodismo afectam todas as pessoas ( e todos os movimentos políticos e não políticos) na nossa sociedade, também é verdade que se somos diferentes, temos de demonstrá-lo a todos os que nos rodeiam e ser um exemplo bem concreto de dedicação e fidelidade a um ideal, a esse ideal que é diferente de tudo o que hoje existe. Precisamos indubitavelmente de pessoas com uma vontade de ferro que sejam um exemplo para os outros.

Parte III - 24 horas por dia.

Quando faço referencia à «nossa luta», ao «nosso movimento» e às «nossas ideias», não me refiro exclusivamente ao período de tempo que demora a realizar uma actividade de rua ou a ler uma revista ou livro. Não são uns minutos ou umas horas (sejam poucas ou muitas!) que fazem um militante. Para ser um Nacional Socialista é necessário mais do que isso! Uma pessoa tem de ter um comportamento e uma atitude diária que se reflecte na sua vida, em toda a sua vida, dia após dia.

Convém aproveitar esta oportunidade para acabar com um outro «mito» , que muito boa gente utiliza no «nosso movimento» , que é falar em «vida pessoal» e «movimento» como se as duas coisas estivessem completamente desligadas uma da outra. Tal é mentira! Estão intimamente relacionadas. De que adianta ser um grande «activista» e na sua «vida privada» ser um ladrão, traficante de droga, violador, bêbado, mentiroso, cobarde, etc..?

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Amanhã - Parte IV - Vírus das quatro paredes.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

É tudo a feijões! Porque é que em Portugal não existe um forte «movimento nacionalista»?

Este é um longo artigo, escrito por José Luis Ramos, para a revista Luz Ofensiva em 2000, e que ainda hoje permanece bastante actual. Ou seja, passados 17 anos, nada mudou, apesar dos problemas já estarem desde à muito identificados.

São vinte e dois capítulos, que eu vou passando para o blog. 1 por dia.

Aqui fica o Primeiro

PARTE I

Não vale a pena enterrar mais a cabeça na areia. Apesar de alguns excelentes projectos e actividades que se têm realizado nos últimos anos em Portugal, a verdade é que o «movimento Nacionalista» continua fraco. A altura para agir é agora. É mais do que tempo de colocar o dedo na ferida e mudar o rumo das coisas. Caso contrário, passaremos o resto das nossas vidas a lamentar isto e aquilo, sem »colhões» para dar um murro na mesa, e fazer opções, assumir compromissos.

Sem duvida, de que seria mais agradável escrever um artigo onde dissesse apenas coisas muito bonitas, onde todas as pessoas fossem elogiadas, ser um »tipo porreiro» e, simultaneamente, dar um enormíssimo contributo para que as coisas não evoluam, para alem de não estar a ser verdadeiro comigo próprio e para com os que me rodeiam. Caros amigos, todos sem exepção, somos responsáveis pela actual situação do «movimento nacionalista». Sem dúvida de que alguns muito pouca culpa terão e certamente que outros a têm bastante, mas é altura de pensarmos o que é que poderíamos fazer mais, seja na nossa conduta pessoal, seja em actividades, para ajudar a desenvolver um «movimento» forte e saudável. Vários outros aspectos ficarão concerteza por tratar, mas o objectivo deste artigo é apenas o de - superficialmente- ajudar a identificar, dar a devida importância e procurar oferecer alternativas, quando necessárias, a questões bem práticas e vitais do «nosso movimento», de forma a que se dê um grande salto em frente nos próximos meses e anos. E a boa noticia é que tal não é muito difícil, basta que cada um tenha um pouco mais de auto-motivação e dê um pouco mais de si, quer em actividades propriamente ditas, quer na sua postura diária.

Nota: Ao longo das várias observações que são feitas neste artigo, não são mencionados quaisquer nomes de pessoas nem são feitas quaisquer referências mais directas, pelo motivo de que cada um, melhor do que eu, melhor do que os outros colaboradores da «Luz Ofensiva» ou melhor do que qualquer outra pessoa, sabe o que é que se lhe pode aplicar a si ou não. É importante ter bem presente que as pessoas evoluem continuamente e, como tal, nem a sua maneira de estar na vida são imutáveis.
Como é completamente impossível estar a par do que se passa na cabeça de cada pessoa que se diz Nacionalista, o melhor é mesmo cada um de nós reflectir em silêncio sobre o nosso comportamento e cada um tirar as suas conclusões.

Fim de PARTE I, amanhã não perca PARTE II - Sacrifício? Não obrigado!

sábado, 2 de setembro de 2017

Os Judeus Falam - Parte II

esther mucznik - Chefe dos Sionistas em Portugal

" O grande ideal do Judaismo é que todo o mundo seja imbuido com os ensinamentos judeus, e numa irmandade universal de naçoes- o melhor Judaismo de facto- Todas as diferentes raças e religioes devem desaparecer." -The Jewish World-Fevreiro 9,1883 


"Nós,os judeus,somos um povo-o povo.Quando nos afundamos,tornamo-nos proletários revolucionários,os oficiais subordinados de um partido revolucionário;quando nos erguemos,ergue-se tambem o nosso terrivel poder financeiro." -Theodore Herzl-The Jewish State-1986

"Com o ouro podemos comprar até as consciências mais rebeldes,podemos subsidiar todos os empréstimos estatais. e consequentemente termos esses mesmos estados á nossa merçe.Já os principais bancos,as transaçoes do mundo inteiro,o crédito de todos os governos,estao nas nossas maos." -Rabbi Reichorn

"Eu nao sou um cidadao Americano com fé judaica.Eu sou um Judeu.Eu tenho sido Americano desde 63 anos,mas eu sou Judeu á 4000 anos." -[/i]Rabbi Stephen S. Wise

"Nós estamos a viver num avançado estado organizado de socialismo.O estado é tudo; o individuo tem a unica importancia de contribuir para o bem estar desse estado.A sua propriedade é sua,enquanto o estado nao precisar dela.Ele tem que dar a sua vida e as suas posses ao estado quando este o desejar." 
-[i]Bernard M. Baruch,The Knickerbocker Press,Albany,NY,Agosto 8,1918

"Os Judeus na Russia,em toda a sua força,foram os responsáveis pela revoluçao." 
- Angelo S. Rappaport. The pionners of the Russian Revolution,p.250,Stanley,Paul and C. London,1918

"Existe de facto muito no Bolchevismo,do facto de tantos Judeus serem Bolcheviques.O ideal do Bolchevismo está em consonância com muitos dos mais elevados ideais do Judaismo." 
-Jewish Chronicle.London,Abril 4,1919