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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Eça de Queirós -Israelismo "Cartas de Inglaterra"


Israelismo 

de "Cartas de Inglaterra"
Eça de Queirós 
[ensaios escritos entre 1877 e 1882]

("search this portuguese author, Eça de Queiros, and his work "cartas de inglaterra" (Letters from England - read the chapter "israelismo", about the jews) in your language,it's considered in Portugal one of the best portuguese writers of all times")


«Na Alemanha, os judeus abundam, influindo na opinião pelos jornais que possuem (entre outros o Daily Telegraph, um dos mais importantes do reino), dominando o comércio pelas suas casas bancárias e, em certos momentos mesmo, governando o Estado pelo grande homem da sua raça, o seu profeta maior, o próprio Lord Beaconsfield. Aqui, decerto, estamos longe de ver desencadear um ódio nacional, uma perseguição social contra os judeus; mas há suficientes sintomas de que o desenvolvimento firme deste estado israelita dentro do estado cristão começa a impacientar o Inglês. Não vejo, por exemplo, que o que se está passando na Alemanha, apesar de exalar um odioso cheiro de auto-de-fé, provoque uma grande indignação da imprensa liberal de Londres: e já mesmo um jornal da autoridade do Spectator se vê forçado a atenuar, perante os graves protestos da colónia israelita, artigos em que descrevera os judeus como uma corporação isolada e egoísta, à semelhança das comunidades católicas, trabalhando só no mesmo interesse, encerrando-se na força da sua tradição e conservando simpatias e tendências manifestamente hostis às do Estado que os tolera. Tudo isto é já desagradável.»

«Porque enfim, sob formas civilizadas e constitucionais (petições, meetings, artigos de revista, panfletos, interpelações), é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das manuelinas, quando se deitavam à mesma fogueira os livros do rabino e o próprio rabino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.»

«O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.»

«A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! »

«Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado. O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. E necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza.»

«Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!» 

sábado, 1 de julho de 2017

Compreender o Sionismo & Comunismo




" O grande ideal do Judaísmo é que todo o mundo seja imbuído com os ensinamentos judeus, e numa irmandade universal de Nações- o melhor Judaísmo de facto- Todas as diferentes raças e religiões devem desaparecer." -The Jewish World-Fevereiro 9,1883 

"Nós, os judeus, somos um povo-o povo. Quando nos afundamos, tornamo-nos proletários revolucionários, os oficiais subordinados de um partido revolucionário; quando nos erguemos, ergue-se também o nosso terrível poder financeiro." -Theodore Herzl-The Jewish State-1986 

"Com o ouro podemos comprar até as consciências mais rebeldes, podemos subsidiar todos os empréstimos estatais. E consequentemente termos esses mesmos Estados à nossa mercê. Já os principais Bancos, as transacções do mundo inteiro, o crédito de todos os governos, estão nas nossas mãos." -Rabbi Reichorn 

"Eu não sou um cidadão Americano com fé judaica. Eu sou um Judeu. Eu tenho sido Americano desde 63 anos, mas eu sou Judeu à 4000 anos." -[/i]Rabbi Stephen S. Wise 

"Nós estamos a viver num avançado estado organizado de socialismo. O Estado é tudo; o individuo tem a única importância de contribuir para o bem estar desse Estado. A sua propriedade é sua, enquanto o Estado não precisar dela. Ele tem que dar a sua vida e as suas posses ao Estado quando este o desejar." 
-[i]Bernard M. Baruch,The Knickerbocker Press,Albany,NY,Agosto 8,1918 

"Os Judeus na Rússia, em toda a sua força, foram os responsáveis pela revolução." 
- Angelo S. Rappaport. The pionners of the Russian Revolution,p.250,Stanley,Paul and C. London,1918 

"Existe de facto muito no Bolchevismo, do facto de tantos Judeus serem Bolcheviques. O ideal do Bolchevismo está em consonância com muitos dos mais elevados ideais do Judaísmo." 
-Jewish Chronicle.London,Abril 4,1919

sábado, 10 de junho de 2017

Grupo Bilderberg - Livro


Comentários sobre o livro:

"...um grupo restrito dos homens mais ricos, mais poderosos económica e politicamente e mais influentes do mundo ocidental, que se reúnem secretamente para planear acontecimentos que, mais tarde, parecem acontecer por acaso."- The Times 1997

"É dificl reeducar as pessoas que cresceram no nacionalismo para a ideia de renunciarem a parte da sua soberania em favor de um órgão supranacional."-Principe Bernhard, fundador de Bidelberg."

"Um livro que revela os segredos dos mais poderosos do mundo...Segundo o autor, o clube Bidelberg prepara um Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo de Orwell, com um governo invisivel, omnipotente, que actua a partir dos bastidores para controlar o governo dos Estados Unidos, a União Europeia, o Banco mundial, o Fundo Monetário Internacional e várias outras entidades." -Univision

Directamente do livro:

«Os residentes da Comunidade Europeia podem não fazer a mínima ideia das intenções dos sionistas relativamente aos palestinos, mas em Israel a limpeza étnica é um assunto de discussão popular. Cinquenta por cento ou mais dos israelitas pensa que a limpeza étnica é uma boa ideia. Numa nação que supostamente recorda o Holocausto.
Leeden e outros neoconservadores americanos há muito que defendem que qualquer crítica a Israel ou ao sionismo, ainda que seja a crítica mais banal, é equivalente ao anti-semitismo.
Segundo a definição israelita, as críticas a Israel, aos sionistas ou a qualquer judeu em qualquer lugar do mundo podem ser consideradas um delito se um judeu em qualquer lugar do mundo afirmar que tais afirmações lhe causaram, por exemplo, um transtorno emocional ou problemas mentais. Toda esta matéria está prevista na Sec.13(b)(2) do Código Penal israelita, aprovado em 1994, que reclama a jurisdição extraterritorial dos tribunais israelitas no caso de delitos perpetrados contra judeus em qualquer lugar do mundo.
Até ao momento, há algo que fez parar este instrumento que poderia ser muito eficaz para silenciar os críticos da política israelita e do sionismo no mundo inteiro: a carência de «dualidade penal». Para que os tribunais israelitas possam solicitar a extradição de críticos de outros países, devem primeiro tipificar-se como delito estas acções nos demais países. Da mesma maneira, se a crítica dos crimes de guerra israelitas nos territórios ocupados ou de Ariel Sharon supostamente leva à comissão de um delito contra um judeu, ou mesmo entristece um judeu, poder-se-ia abrir a porta à extradição. Assim, por ter escrito este artigo, num futuro próximo posso encontrar-me encarcerado numa prisão israelita.»



Alguns dos membros portugueses do Clube Bilderberg, José Socrates, Santana Lopes, Morais Sarmento, Pinto Balsemão e Durão Barroso