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Em Portugal não existe um forte movimento Nacionalista porque é tudo a feijões!
Porque a esmagadora maioria dos Nacional Socialistas em Portugal ainda não se convenceu de que estas «nossas ideias» e esta «nossa concepção do mundo» não é nenhum hobby, não é moda e não é algo que desaparece ou ocupa lugar de segundo plano quando se passa a ter 20, 25 ou 30 anos. Não se coaduna com comportamento rebeldes e inconsequentes, não tem a ver com exibições gratuitas de símbolos ou roupa.
Caro amigo, não faças aquilo que te dá prazer, não demonstres a tua revolta perante o que nos rodeia da forma mais primária ou de forma violenta...não faças aquilo que «eles» querem que tu faças. Não sejas uma marioneta nas mãos dos nossos oponentes! Se queres realmente fazer algo...respira fundo e procura antes canalizar toda essa revolta e energia para «atacar» o sitema com material e actividades verdadeiramente revolucionárias e eficazes e apoiando os projectos sérios e construtivos, que visam não só lutar contra esta sociedade decadente, como lutar pela edificação de uma nova mentalidade e de um «novo homem»!!!
Uma última pergunta poderá ocorrer-vos: « Se o movimento Nacionalista não está tão forte como gostaria e se existissem tantas "condições" para ser um activista e para que as coisas "vão para a frente", e se ainda por cima fico por vezes decepcionado com algumas pessoas ou com algumas coisas que não correm bem, porque é que hei-de fazer eu parte desta luta tão exigente?»
A resposta é muito clara: Não faças parte! É que a maior parte das pessoas que se interessam pelas nossas ideias estão connosco, «andam» connosco e dizem partilhar as nossas ideias, mas estão redondamente enganados. O seu lugar poderá ser em muitos locais, mas certamente não junto de Nacionalistas, as suas ideias (quando as têm) poderão ser algumas, ou até muitas, mas certamente não são as «nossas» e não têm o «nosso comportamento» perante a vida. É para todas essas pessoas, independentemente da idade ou localização geográfica, que eu digo: Não façam parte do «nosso movimento».
Basta de equívocos! Quanto mais cedo vocês e nós entendermos isso, melhor para todos.
Ao longo dos últimos anos, o movimento Nacionalista felizmente tem evoluido imenso na sua qualidade humana.Tem-se depurado e exposto muitas pessoas, algumas delas eram mesmo consideradas como uma referência Nacionalista em Portugal, o que é gravissimo. E que não haja qualquer dúvida: Apesar de querermos sempre evoluir mais e melhor, até porque tal está perfeitamente ao nosso alcance, a verdade é que hoje em dia o «nosso movimento», apesar de ainda fraco (tendo em conta as nossas ambições) está provavelmente mais maduro e forte do que nunca!
Para os Nacionalistas que se identificam com as «nossas ideias», a resposta à pergunta acima colocada é igualmente muito clara: Façam parte deste combate, pois é a causa mais justa e mais importante que pode existir para nós, Portugueses e Brancos. Para além do mais, é a nossa própria sobrevivência, enquanto Povo e Nação, que está em perigo. Arregaça as mangas e passa a fazer parte desta aventura!
JOSÉ LUIS RAMOS!
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
É tudo a feijões! Porque é que em Portugal não existe um forte «movimento nacionalista»?
Este é um longo artigo, escrito por José Luis Ramos, para a revista Luz Ofensiva em 2000, e que ainda hoje permanece bastante actual. Ou seja, passados 17 anos, nada mudou, apesar dos problemas já estarem desde à muito identificados.
São vinte e dois capítulos, que eu vou passando para o blog. 1 por dia.
Aqui fica o Primeiro
PARTE I
Não vale a pena enterrar mais a cabeça na areia. Apesar de alguns excelentes projectos e actividades que se têm realizado nos últimos anos em Portugal, a verdade é que o «movimento Nacionalista» continua fraco. A altura para agir é agora. É mais do que tempo de colocar o dedo na ferida e mudar o rumo das coisas. Caso contrário, passaremos o resto das nossas vidas a lamentar isto e aquilo, sem »colhões» para dar um murro na mesa, e fazer opções, assumir compromissos.
Sem duvida, de que seria mais agradável escrever um artigo onde dissesse apenas coisas muito bonitas, onde todas as pessoas fossem elogiadas, ser um »tipo porreiro» e, simultaneamente, dar um enormíssimo contributo para que as coisas não evoluam, para alem de não estar a ser verdadeiro comigo próprio e para com os que me rodeiam. Caros amigos, todos sem exepção, somos responsáveis pela actual situação do «movimento nacionalista». Sem dúvida de que alguns muito pouca culpa terão e certamente que outros a têm bastante, mas é altura de pensarmos o que é que poderíamos fazer mais, seja na nossa conduta pessoal, seja em actividades, para ajudar a desenvolver um «movimento» forte e saudável. Vários outros aspectos ficarão concerteza por tratar, mas o objectivo deste artigo é apenas o de - superficialmente- ajudar a identificar, dar a devida importância e procurar oferecer alternativas, quando necessárias, a questões bem práticas e vitais do «nosso movimento», de forma a que se dê um grande salto em frente nos próximos meses e anos. E a boa noticia é que tal não é muito difícil, basta que cada um tenha um pouco mais de auto-motivação e dê um pouco mais de si, quer em actividades propriamente ditas, quer na sua postura diária.
Nota: Ao longo das várias observações que são feitas neste artigo, não são mencionados quaisquer nomes de pessoas nem são feitas quaisquer referências mais directas, pelo motivo de que cada um, melhor do que eu, melhor do que os outros colaboradores da «Luz Ofensiva» ou melhor do que qualquer outra pessoa, sabe o que é que se lhe pode aplicar a si ou não. É importante ter bem presente que as pessoas evoluem continuamente e, como tal, nem a sua maneira de estar na vida são imutáveis.
Como é completamente impossível estar a par do que se passa na cabeça de cada pessoa que se diz Nacionalista, o melhor é mesmo cada um de nós reflectir em silêncio sobre o nosso comportamento e cada um tirar as suas conclusões.
Fim de PARTE I, amanhã não perca PARTE II - Sacrifício? Não obrigado!
São vinte e dois capítulos, que eu vou passando para o blog. 1 por dia.
Aqui fica o Primeiro
PARTE I
Não vale a pena enterrar mais a cabeça na areia. Apesar de alguns excelentes projectos e actividades que se têm realizado nos últimos anos em Portugal, a verdade é que o «movimento Nacionalista» continua fraco. A altura para agir é agora. É mais do que tempo de colocar o dedo na ferida e mudar o rumo das coisas. Caso contrário, passaremos o resto das nossas vidas a lamentar isto e aquilo, sem »colhões» para dar um murro na mesa, e fazer opções, assumir compromissos.
Sem duvida, de que seria mais agradável escrever um artigo onde dissesse apenas coisas muito bonitas, onde todas as pessoas fossem elogiadas, ser um »tipo porreiro» e, simultaneamente, dar um enormíssimo contributo para que as coisas não evoluam, para alem de não estar a ser verdadeiro comigo próprio e para com os que me rodeiam. Caros amigos, todos sem exepção, somos responsáveis pela actual situação do «movimento nacionalista». Sem dúvida de que alguns muito pouca culpa terão e certamente que outros a têm bastante, mas é altura de pensarmos o que é que poderíamos fazer mais, seja na nossa conduta pessoal, seja em actividades, para ajudar a desenvolver um «movimento» forte e saudável. Vários outros aspectos ficarão concerteza por tratar, mas o objectivo deste artigo é apenas o de - superficialmente- ajudar a identificar, dar a devida importância e procurar oferecer alternativas, quando necessárias, a questões bem práticas e vitais do «nosso movimento», de forma a que se dê um grande salto em frente nos próximos meses e anos. E a boa noticia é que tal não é muito difícil, basta que cada um tenha um pouco mais de auto-motivação e dê um pouco mais de si, quer em actividades propriamente ditas, quer na sua postura diária.
Nota: Ao longo das várias observações que são feitas neste artigo, não são mencionados quaisquer nomes de pessoas nem são feitas quaisquer referências mais directas, pelo motivo de que cada um, melhor do que eu, melhor do que os outros colaboradores da «Luz Ofensiva» ou melhor do que qualquer outra pessoa, sabe o que é que se lhe pode aplicar a si ou não. É importante ter bem presente que as pessoas evoluem continuamente e, como tal, nem a sua maneira de estar na vida são imutáveis.
Como é completamente impossível estar a par do que se passa na cabeça de cada pessoa que se diz Nacionalista, o melhor é mesmo cada um de nós reflectir em silêncio sobre o nosso comportamento e cada um tirar as suas conclusões.
Fim de PARTE I, amanhã não perca PARTE II - Sacrifício? Não obrigado!
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